Aguarde...
TestesNave russa com ratos e lagartos a bordo retorna do espaço
VírusGripe aviária é mais contagiosa para seres humanos
RochaImpacto de meteorito gera flash de luz na lua
EstruturasCientistas criam flores microscópicas com cristais
MatériaPesquisadores buscam aplicações fotônicas do grafeno
EstudoPesquisa busca mapear relação entre música e religião
DoençaOMS diz que basta uma dose de vacina contra febre amarela
DoençasTranstornos mentais afetam até 20% dos jovens nos EUA
TabagismoFumar pode causar catarata relacionada à idade
DoençasCientistas desenvolvem pesquisa sobre diabetes tipo 1
Novos possíveis planetas: o sistema “alienígena” está a 10 mil anos-luz da Terra
São Paulo - Astrônomos descobriram um Sistema Solar “alienígena”, muito semelhante ao nosso, em que os planetas descrevem uma órbita alinhada à estrela. Segundo os cientistas, isso é raro de ser observado em sistemas do universo. A regra geral, observada até agora, mostra exoplanetas (como são chamados esses mundos fora do Sistema Solar) orbitando ao redor de uma estrela de forma desalinhada, cada um girando de uma forma diferente: um exoplaneta alinhado pelo equador, outro mais inclinado para a direita, outro para a esquerda, por exemplo.
re.O estudo foi publicado nesta semana na revista Natu A descoberta, dizem os cientistas, indica que a maioria dos sistemas surgiu de modo semelhante, a partir de uma densa nuvem de poeira, em torno de uma estrela recém-formada, mas que foram se desalinhando conforme a interferência de outros fatores. Essa é a tese de formação de planetas mais aceita entre os cientistas e os dados, agora, reforçam a teoria.
"Conforme a teoria, encontramos uma rotação planetária alinhada em torno de uma estrela", disse o co-autor do estudo Dan Fabrycky, da Universidade da Califórnia. "Esse resultado é muito importante porque são dados básicos que provam uma teoria de formação planetária", falou.
O sistema “alienígena” está a 10 mil anos-luz da Terra. Ele é conhecido como Kepler-30 e foi detectado pelo telescópio espacial Kepler, da Nasa (agência espacial americana). Os cientistas utilizaram a técnica de detecção da presença dos astros captando sinais do "trânsito" deles, ou seja, apontaram o telescópio para o sistema e anotaram quantas vezes caía a taxa de emissão de luz e qual a dinâmica desse movimento. Essa queda de luz ocorre a cada vez que um exoplaneta passa em frente à estrela, provocando um eclipse.
Essa formação, “prima” do Sistema Solar, é composta por três planetas maiores que a Terra e uma estrela principal. A rotação desses três exoplanetas está alinhada pelo equador dessa estrela, assim como no nosso Sistema Solar.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados