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Carro elétrico da Nissan: as baterias atuais ou não são esfriadas, inclusive nos modelos em que são retiradas para serem recarregadas, ou são esfriadas com ar.
Londres - Cientistas na Alemanha desenvolveram um novo fluido para esfriar as caras baterias de carros elétricos e estender o tempo de vida útil delas, outro potencial passo para melhorar o custo-benefício da propulsão elétrica.
O fluido, batizado de CryoSolplus, absorve o calor de forma mais eficiente do que a água ou o ar e pode permitir conjuntos menores de baterias debaixo do capô, de acordo com uma equipe de pesquisadores do Instituto Fraunhofer para Tecnologia de Meio Ambiente, Segurança e Energia.
Um conjunto novo de baterias para carro elétrico pode custar até metade do preço do veículo e pode ter a vida útil reduzida pela metade se operar a 45 graus Celcius, como num percurso normal durante um dia quente, em vez do máximo da zona de conforto entre 20 e 35 graus.
As baterias atuais ou não são esfriadas, inclusive nos modelos em que são retiradas para serem recarregadas, ou são esfriadas com ar.
O ar, dizem pesquisadores, não absorve muito o calor e exige um espaço maior para circular entre as baterias. A água conduz melhor o calor, mas exige um tanque maior de armazenamento.
Os cientistas do Fraunhofer dizem que a solução de CryoSolplus, uma mistura de água, parafina, anticongelante e um agente estabilizador, pode absorver três vezes mais calor do que a água, além de exigir um tanque de armazenagem menor e diminuir peso e espaço.
Eles planejam testes em um veículo experimental, mas acreditam que um sistema que usa CryoSolplus custará entre 50 e 100 euros a mais do que um que usa água.
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