Há mais de 20 anos, a Fundação Estudar seleciona os jovens mais talentosos do Brasil por meio de seu Programa de Bolsas e oferece a eles a oportunidade de estudar nas melhores universidades do Brasil e do mundo. As inscrições para a edição 2016 do programa estão abertas e podem ser realizadas  pelo Na Prática até o dia 27 de março.

Além dos requisitos tradicionais para participar da seleção – ter até 34 anos e estar matriculado ou em processo de aceitação em cursos de graduação no Brasil ou no exterior (completo, intercâmbio acadêmico ou duplo-diploma) ou pós-graduação no exterior (mestrado, MBA, doutorado e pós-doutorado) – a novidade para este ano, como explica Leonardo Gomes, que coordena a seleção dos bolsistas, é que os cursos de educação executiva também se tornaram elegíveis para o programa de bolsas.

Educação executiva

“Consideramos educação executiva os cursos presenciais com mais de um mês de duração e nas melhores universidades do exterior”, ele explica. É possível consultar essa lista de universidades no edital. “Existem muitos jovens que não necessariamente estão no timing de MBA ou mestrado, mas ainda assim demonstram grande potencial de transformação”, justifica sobre a mudança.

Não há restrições quanto ao sonho de carreira dos jovens, de universidades públicas e privadas, que podem ter interesse em atuar no meio empresarial, empreendedor, saúde, social/ambiental, artístico, público ou acadêmico/científico. Além da bolsa de estudos em si, o maior benefício de se tornar bolsista é a possibilidade de fazer parte da rede de talentos da instituição – a chamada Comunidade Estudar.

A Comunidade Estudar

Entre os participantes dessa rede de talentos (que reúne bolsistas desde o início do programa, em 1991) estão empreendedores, pesquisadores em universidades como Harvard, MIT e USP, gestores públicos e executivos à frente de grandes empresas nos mais diversos setores.

O primeiro bolsista da Estudar, por exemplo, foi João Castro Neves, hoje CEO da Anheuser-Busch, da AB Inbev. Outros são: Bernardo Hees, CEO da Kraft-Heinz; Claudia Elisa, VP da Votorantim Cimentos; Mateus Bandeira, que antes de assumir a presidência da FALCONI, atuou por quase 20 anos no setor público; Daniel Vargas, que acumula no currículo um mandato de Ministro e duas pós-graduações em Harvard; e Daniela Barone, brasileira radicada no Reino Unido que já foi chamada de “anjo dos negócios” pelo The Guardian.

Já entre os bolsistas mais novos, estão Gustavo Torres, morador do Capão Redondo, na periferia de São Paulo, aprovado em Harvard, Stanford e MIT; André Mendes, que estudou engenharia mecatrônica na PUC-PR e hoje faz doutorado em inteligência artificial em Nova York; e os jovens Pedro Franceschi e Henrique Dubugras, que fundaram antes de completarem 18 anos a Pagar.me, hoje uma startup milionária.

Dentro dessa rede de alto nível, há uma troca constante de conhecimento e networking. “A rede potencializa todo mundo que faz parte dela, e permite que os novos integrantes passem por uma aceleração intensa da carreira”, explica Leonardo. Além de contar com a proximidade com os bolsistas mais seniores, os novos integrantes da Comunidade Estudar também têm acesso a encontros exclusivos com grandes lideranças internacionais e do país – já participaram Warren Buffet, Fernando Henrique Cardoso, Armínio Fraga, Jorge Gerdau, Nizan Guanaes, Marina Silva, entre outros, inclusive os próprios fundadores da organização: Jorge Paulo Lemann, Marcel Teles e Beto Sicupira.

A Fundação Estudar também acompanha e apoia o bolsista durante toda sua trajetória acadêmica e profissional, por meio de programas de desenvolvimento, coaching e mentoring, instigando-o a trilhar o seu caminho rumo à educação de excelência e às melhores oportunidades de trabalho.

Para quem?

“Queremos selecionar os jovens que possuem o maior potencial para contribuir para o desenvolvimento do Brasil depois dos estudos”, conta Leonardo, que coordena o processo de seleção dos bolsistas. “Buscamos jovens ambiciosos, de alto nível, que sonham grande e de fato já realizaram ou querem realizar muita coisa de impacto no país.”

Processo seletivo

Para ser aprovado no processo de seleção, que ano passado envolveu mais de 40 mil candidatos, é essencial se identificar com os valores da organização e ter a ambição de deixar um legado para o seu país.

As premissas durante a seleção levam em conta as realizações e conquistas do candidato até então, considerando de onde a veio e quais foram as condições que ela encontrou nesse processo. Esse é o maior indicativo da contribuição que o bolsista poderá trazer para o Brasil, com o apoio da Fundação Estudar.

Autoconhecimento

O processo seletivo inclui alguns feedbacks para o candidato, para que ele possa se conhecer melhor, explica Leonardo. Dessa forma, os testes necessários para realizar a inscrição também são realizados para ajudar o jovem a tomar melhores decisões mais assertivas em sua carreira, de modo que é muito importante responder a todas as perguntas com bastante sinceridade. Não existe resposta certa ou errada.

Além disso, todos os processos seletivos da Fundação Estudar estão unificados no Na Prática. Assim, caso você volte a participar de outras seleções da organização, seus resultados já estarão gravados, e não será necessário refazer os testes ou outras etapas comuns aos novos processos.

*Este artigo foi originalmente publicado pelo Na Prática, portal de carreira da Fundação Estudar

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