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Para os projetos de geração de energia, o gargalo está no nível de especialização que esta missão requer. De acordo com Rodrigo Forte, sócio-diretor da EXEC, dois tipos de profissionais são requeridos, porém raramente encontrados para esses megaempreendimentos.
Um deles é o engenheiro civil com experiência em grandes obras. O outro, o engenheiro mecânico, que tem a missão de instalar turbinas, geradores e todos os outros elementos para a geração e distribuição de energia.
Mas o caráter técnico não é o único fator que torna esses profissionais raros no mercado. “Essas obras são implantadas em locais isolados. Eles precisam estar dispostos a ficar bastante isolados por um tempo”, diz Forte.
Segundo o especialista, o cenário complica ainda mais quando os projetos englobam novas modalidades de energia, como a eólica. “O Brasil é muito tradicional em hidroenergia, quando você parte para outras formas, não há tantos profissionais capacitados”, afirma.
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