Aguarde...
foto 1/10
Em passagem pela cidade de Nova York no último fim de semana, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn entrou para a lista de poderosos que arranharam sua imagem devido a escândalos sexuais.
Strauss-Kahn foi preso na noite de sábado por agressão sexual. Segundo relatos, ele teria tentado estuprar uma camareira de 32 anos do hotel Sofitel.
A soma das penas máximas para as sete acusações apresentadas contra o dirigente do FMI é de 74 anos e três meses de prisão.
Ela, contudo, não foi a única. No domingo, a vereadora francesa Anne Mansouret revelou a um programa de TV que sua filha, a jornalista Tristane Banon, também fora vítima de uma tentativa de estupro por parte do de Strauss-Kahn.
O fato teria ocorrido em 2002 quando Tristane tinha apenas 22 anos. Na época, no entanto, a mãe a convenceu a não prestar queixa contra seu então correligionário no Partido Socialista.
O caso apenas veio à público em 2002. No entanto, o nome do autor da suposta agressão sexual foi ocultado por meio do ruído de um bip.
A acusação de crime sexual coloca na berlinda também o futuro político da França e a solução da crise do euro. O francês Strauss-Kahn era um dos candidatos favoritos para as eleições presidenciais da França que acontecem no ano que vem.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados