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Escolas | 11/03/2013 11:09

MBAs dos EUA e Europa miram o Brasil

Com atraso, escolas de negócios da Europa e dos Estados Unidos aumentam sua presença no Brasil e melhoram a oferta de educação executiva no país

Matt Symonds, da

Divulgação

Sala de aula

Sala de aula: escolas estrangeiras veem no Brasil a oportunidade de oferecer educação para um público ainda carente de boa formação gerencial

Como uma das economias de mais rápido crescimento no mundo e com escassez de talento em gestão treinado no exterior, o Brasil deveria ter sido um mercado prioritário para as principais escolas de negócios americanas e europeias há pelo menos 15 anos.

Mas muitas dessas escolas voltaram-se principalmente para o Leste, e não para o Sul, concentrando-se em países como China, Índia e Cingapura a fim de recrutar participantes para seu MBA, desenvolver programas conjuntos com instituições locais e até instalar campi nesses países.

Como ocorre em qualquer mercado, a presença de bons competidores eleva a qualidade da oferta ao consumidor. Hoje existem nove escolas de administração asiáticas entre as 50 melhores do mundo que oferecem MBA em tempo integral, segundo o ranking do jornal inglês Financial Times, edição de 2012.

Mais de 40.000 chineses fizeram o exame de admissão para graduados em administração, o HMAT, no ano passado, ante, apenas, 1.697 brasileiros — o que sugere que a China está à nossa frente na produção de futuros líderes empresariais.

Desde o ano passado, as escolas de administração mais importantes do mundo viraram seus olhos para o Brasil. A Darden, escola de negócios da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, adotou uma residência brasileira como parte do Global Executive MBA (Gemba).

Os estudantes visitam São Paulo e Rio de Janeiro, passam duas semanas assistindo a aulas, visitando empresas locais e aprendendo sobre o ambiente de negócios da região.

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