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Há um ano, o paulista Diego Silva, de 27 anos, gerente de negócios da Ticket, trabalha no esquema de home office. Depois de passar três anos em uma construtora na Espanha, Diego voltou ao Brasil para trabalhar na Ticket (atuou já havia atuado de 2001 a 2004), em busca de um trabalho com mais qualidade.
"Aqui, a maioria da equipe comercial possui horários flexíveis", conta. Com mais flexibilidade, ele conseguiu voltar para a natação e pode ficar mais tempos com a família. "Demorava mais de uma hora para chegar ao trabalho por causa do trânsito. Era desgastante", diz.
Hoje, ele organiza a agenda de acordo com a demanda de trabalho e vai apenas de 15 em 15 dias à empresa. "Meu rendimento aumentou e estou mais satisfeito".
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