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Taj Mahal, na Índia: país oferece os piores pacotes de remuneração entre os BRIC
São Paulo – Em termos de remuneração (pelo menos), ainda vale mais a pena trabalhar no Brasil do que nos outros países dos BRICs. No ano passado, profissionais que atuam no Brasil em todos os níveis receberam salários fixos maiores do que os oferecidos na China, Índia e Rússia.
É o que aponta estudo lançado hoje pelo Hay Group. Enquanto o país lidera o ranking, os indianos amargam a último posição em todos os níveis.
Para se ter uma ideia, no ano passado, os executivos que atuam no Brasil receberam, em média, salário fixo de US$ 275,016 dólares contra US$ 87,098 pagos aos profissionais que atuam na Índia para o mesmo cargo.
| Brasil | Rússia | Índia | China | |
|---|---|---|---|---|
| Executivo | US$ 275,016 | US$ 238,957 | US$ 87,098 | US$ 159,913 |
| Gerencial | US$ 98,932 | US$ 89,939 | US$ 24,263 | US$ 78,410 |
| Profissional | US$ 26,478 | US$ 22,010 | US$ 5,524 | US$ 15,883 |
Além deste valor, os diretores das empresas com operação no Brasil também tiveram o maior bônus com relação aos BRIC e ao restante do mundo. No total, cerca de 8 salários ou 147 mil dólares de remuneração variável. Já os indianos só perderam para Itália e França em remuneração variável.
| País | Bônus |
|---|---|
| Brasil | US$ 147 mil |
| Rússia | US$ 120 mil |
| China | US$ 112 mil |
| Índia | US$ 73 mil |
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