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São Paulo – Em 2004, quando Mark Zuckerberg lançou a rede social que, na época, ainda se chamava The Facebook, Katherine Losse era uma aluna de pós-graduação da universidade John Hopkins.
No mesmo ano, e usando o seu endereço de e-mail acadêmico, ela se inscreveu na rede social. Quatro anos depois, Kate se tornou a responsável pelos discursos e atualizações de Zuckerberg no Facebook.
A trajetória para este cargo, que ela conta no livro recém-lançado “The Boy Kings”, começou em 2005, quando Kate se tornou a 51ª funcionária da rede social. Ao todo, foram cinco anos dedicados ao site.
No livro que acaba de chegar às livrarias americanas, a ex-funcionária do Facebook revela os bastidores dos primeiros anos da rede social. Confira oito segredos, polêmicas e fatos inusitados que vieram à tona com o livro de Kate:
1. O Facebook é um clube de meninos programadores
Kate não demorou muito para perceber que o escritório era dominado por homens. E que os homens da área técnica eram mais valorizados – até Zuckerberg, segundo Kate, dava boas vindas de maneira mais calorosa para seus programadores. Não só isso. O ambiente em si era masculino - com direito a desenhos de mulheres de cintura fina e bustos largos.
2. Os funcionários moravam perto – às vezes dividiam uma casa
A maioria dos funcionários do Facebook morava a uma distância mínima do escritório. Kate escreve que isso acabou gerando um “clubinho” no maior estilo colegial. Segundo a autora, as pessoas só conheciam funcionários e só saíam com colegas de trabalho.
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