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A novelista nasceu na ilha de Antígua e Barbuda, mora hoje nos Estados Unidos e é conhecida por usar a literatura como uma arma de protesto. Em seu discurso para a turma de Grinnel, a autora contrariou frases feitas e disse que: “Você tem de morder a mão que te alimenta. Vocês talvez ouçam o oposto disso. O oposto normalmente é dito para vocês, ‘não morda a mão que te alimenta’. Mas de tempos em tempos, você deve”. O conselho era para que os jovens questionassem sempre os ensinamentos que recebiam.
Confira alguns conselhos:
"Memória é uma das coisas centrais que constroem você. A memória, muitas vezes, é tudo que resta de você mesmo."
"E eu cito: 'é melhor reinar no Inferno do que servir no Paraíso"
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