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Educação | 23/02/2011 17:52

Os mitos dos cursos de MBA internacionais

As seis lendas mais comuns entre as pessoas que se inscrevem nos processo de admissão de um MBA em escolas como Harvard e Stanford

Divulgação/Wharton School

Wharton School

Alunos da Wharton School, uma das mais respeitadas dos EUA: fama da universidade não pode ser único critério

São Paulo – Muitos brasileiros estão aproveitando os bons ventos da economia nacional para partir para um curso de MBA fora do país. No entanto, na hora de tirar esse plano do papel, ainda sobram muitas dúvidas sobre processo de admissão, estilo de ensino e, principalmente, diferenças culturais.

Para que você não caia nos erros do imaginário tupiniquim sobre esse tipo de programa, EXAME.com listou os seis mitos mais comuns sobre os cursos de MBA no exterior.

1. A marca da escola pesa mais no currículo
Um dos primeiros impulsos de todo brasileiro que decide rumar para um curso de MBA no exterior é restringir suas inscrições ao processo de seleção de uma dúzia de universidades. Geralmente, as que constam no topo dos principais rankings especializados – e, portanto, mais famosas.

A razão para isso é até lógica. De olho no mercado de trabalho brasileiro no futuro, os profissionais focam nas escolas mais conhecidas pelos recrutadores locais. No entanto, o ônus desse tipo de decisão pode ser alto.

A começar pelos tropeços para conseguir passar por todo o processo de admissão. Exatamente por figurar no topo dos rankings internacionais, instituições como Harvard, Stanford ou MIT são cobiçadas por pessoas do mundo todo. Em outras palavras, nessas escolas, a concorrência por uma vaga nos cursos de MBA é, quase sempre, mais alta.

Os poréns não param por aí. No dia-a-dia do curso, o que vale é o grau de afinidade entre o estilo da escola e o perfil e aspirações profissionais do aluno. Sem um saldo positivo nessa equação, o profissional pode não aproveitar o programa da maneira mais adequada.

“A grande vantagem competitiva de fazer um MBA fora do país é o contato com outras culturas”, diz Marcelo Ambrósio, sócio da MBA House. “O que importa é o quanto a instituição potencializa essa experiência internacional”.

2. Preciso de uma carta assinada pela presidente Dilma
Boa parte das escolas de negócios fora do Brasil exigem que os candidatos apresentem uma ou mais cartas de recomendação durante o processo de admissão. Para muitos, isso significa que essa é a chance de impressionar a banca com os nomes famosos da sua lista de relacionamentos. Certo? Errado.

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