Aguarde...
Executivos Quem cria os melhores cursos personalizados para empresas
RankingOs melhores MBAs de meio período dos EUA, segundo U.S. News
Análise O que os programas de MBA querem saber sobre você
Ranking Os melhores MBAs executivos do mundo, segundo a Poets&Quants
Concorrido4 requisitos para ser aprovado no MBA de Harvard
EscolasMBAs dos EUA e Europa miram o Brasil
GratuitoEvento traz diretores de admissão de 12 escolas de MBA a SP
Online Os cursos do Coursera com professores dos melhores MBAs
Networking As melhores escolas de negócios para ter "vida social"
Ranking Os melhores MBAs para quem trabalha com TI
MBA no exterior
Leonardo Lobo, de 33 anos, coordenador de projetos da BR Malls, administradora de shopping centers, está se candidatando a fazer MBA numa escola americana. "Já fiz um curso no Brasil e me decepcionei, agora quero experiência internacional", diz. Se entrar, terá apoio da empresa para pagar os estudos e não teme ficar fora do mercado. "O setor em que atuo ainda estará aquecido."
Um dos principais dilemas de quem planeja investir em uma pós-graduação ou em um MBA é escolher fazer um curso no Brasil ou no exterior. Com a expansão da economia e do emprego, essa opção ficou ainda mais complicada. De um lado, o dólar a cerca de 1,70 real favorece quem pensa em pagar um curso fora, mas, de outro, o mercado de trabalho está abrindo boas oportunidades de carreira, que serão desperdiçadas por quem optar passar dois anos no exterior.
Programas de escolas renomadas dos Estados Unidos e da Europa têm peso maior no currículo, mas são mais caros e exigem dedicação integral dos participantes por dois anos. Além da taxa de câmbio propícia, neste momento bom da economia há mais gente com dinheiro no bolso para pagar uma pós ou um MBA fora.
Mas as pessoas estão reticentes em sair. A pergunta que muita gente se faz é: "Faz sentido deixar um mercado cheio de oportunidades de carreira e se isolar por dois anos num curso fora do país?". Ainda mais quando os recrutadores lá fora estão com vagas reduzidas. Para obter a resposta, é preciso entender a razão de fazer o curso. "Se o profissional quer ser o presidente de uma grande empresa, talvez o mais certo seja sair mesmo", diz Marcelo Cuellar, headhunter da Michael Page no Rio de Janeiro.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados