Como é estagiar no LinkedIn, segundo 7 jovens brasileiros

Em entrevista exclusiva a EXAME.com, 7 universitários contam como é trabalhar no escritório do LinkedIn em São Paulo. Confira

São Paulo — Pão de queijo à vontade, workshops sobre danças africanas durante o expediente e até um cantinho com gramado artificial que imita o parque Ibirapuera: não são poucos os mimos que cativam os estagiários do LinkedIn na cidade de São Paulo.

Ainda assim, as regalias do escritório estão longe de ser as principais vantagens de se começar a carreira na rede social, segundo 7 jovens entrevistados com exclusividade por EXAME.com.

Os pontos positivos mais lembrados pelos universitários incluem flexibilidade de horário, clima de cooperação e oportunidades de interagir com pessoas de outros países no dia a dia.

“Comidinhas e partidas de pingue-pongue depois do almoço são legais, mas o mais incrível é ter um time que realmente se interessa pelas suas opiniões”, resume Bruno Rodrigues, 22 anos, estudante de marketing na USP e estagiário do LinkedIn há 10 meses.

Com sede no Brasil desde 2011, a rede social profissional não tem um programa formal de estágio. As vagas para universitários são abertas conforme as demandas das diversas áreas de negócios da multinacional e são anunciadas na página oficial da empresa dentro do próprio LinkedIn.

O processo seletivo inclui entrevistas com a área de recrutamento e com o departamento que solicitou a vaga, além de um teste de inglês.

Quer saber mais sobre como é estagiar na sede brasileira da rede social? Confira os depoimentos de 7 jovens a seguir:

Comentários

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  1. Que raro não ter ninguém de TI no meio, achei estranho. Não contratam?