Curtas – o que houve de mais importante ontem

ÀS SETE - Entre hoje e amanhã. todo o estado do Rio Grande do Sul deve enfrentar temperaturas abaixo de zero

Doria: 4,5 bi a menos

A Prefeitura de São Paulo tem caixa para investir só 18% dos 5,5 bilhões de reais previstos no orçamento da cidade, segundo projeções da Secretaria Municipal da Fazenda divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo. O volume, 1 bilhão de reais, deve ser o menor investido nos últimos dez anos. Segundo a Secretaria, o aumento de 83% nos gastos comuns, e um corte de 1,3 bilhão para 200 milhões de reais nos recursos do PAC ajudam a explicar a queda. “Gastou-se como se não houvesse amanhã”, afirmou o secretário da Fazenda Caio Megale, que disse que ao menos 63 obras, como creches e postos de saúde, estão sem verba. O ex-prefeito Fernando Haddad rebateu afirmando que em sua gestão a cidade obteve grau de investimento.

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Neve a caminho?

Pode nevar nas serras gaúcha e catarinense entre hoje e amanhã, e grandes áreas das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem ser afetadas pela chegada de uma massa polar que provocou estragos no Chile. Todo o estado do Rio Grande do Sul deve enfrentar temperaturas abaixo de zero. Montevidéu e Buenos Aires devem receber neve ou chuva congelada. No sábado, Santiago amanheceu cheia de neve, numa paisagem dar para a metrópole. Mais de 300.000 pessoas ficaram sem luz e uma morreu na maior nevasca a atingir a cidade desde 1971.

Oposição fortalecida na Venezuela

A oposição afirmou que 7,2 milhões de pessoas votaram no plebiscito simbólico contra a Assembleia Constituinte convocada pelo governo na Venezuela. Foram 6,5 milhões de votos no país e outros 700.000 nos 86 países em que também foi organizada consulta popular, como o Brasil. O número, que representa 36% de todos os eleitores venezuelanos, animou a oposição a barrar o polêmico projeto de Nicolás Maduro, que tenta dar ainda mais poderes para o presidente. “Nossa lula não terminará até que tenhamos um país para todos, tomara que o governo entenda isso”, disse o presidente da Assembleia Nacional, Julio Borges.

Macron por dois estados

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e o presidente francês Emmanuel Macron se encontraram neste domingo em evento para lembrar o Ataque ao Velódromo de Inverno, episódio que levou à deportação de judeus durante a Segunda Guerra. Macron pediu a retomada das negociações entre Israel e Palestina, como uma solução de dois estados. Para o presidente francês, que os dois estados podem “viver lado a lado em fronteiras seguras e reconhecidas, com Jerusalém como a capital”. Netanyahu se limitou a afirmar que a França tem “um potencial enorme” e a elogiar Macron pelo combate ao antissemitismo.

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