Precisamos ter tranquilidade e prudência neste momento, diz Maia

Por meio de sua conta no Twitter, o parlamentar declarou que "em vez de potencializar, é preciso ajudar o Brasil a sair da crise"

Brasília – O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), usou seu Twitter nesta sexta-feira, 7, para dizer que é preciso ter “muita tranquilidade e prudência neste momento”.

O deputado, que é o primeiro na linha sucessória em uma eventual saída do presidente Michel Temer (PMDB), está em Buenos Aires, na Argentina.

“Precisamos ter muita tranquilidade e prudência neste momento. Em vez de potencializar, precisamos ajudar o Brasil a sair da crise”, escreveu o presidente da Casa.

“Temos que estabelecer o mais rápido possível a agenda da Câmara dos Deputados.”

As declarações do deputado foram dadas um dia depois de o presidente interino do PSDB, Tasso Jereissati, citar seu nome para fazer a “travessia” do governo, em caso de saída de Temer.

“(Maia) É presidente por seis meses e tem condições de fazer, até pelo cargo que possui na Câmara”, disse o tucano.

Diante da possibilidade de o processo contra Temer ser aceito pela Câmara, o deputado democrata atrai ainda mais as atenções do mundo político.

Nos bastidores, por enquanto, apenas o DEM e o PSDB emitiram sinais de apoio a eventual novo governo Maia. Os partidos do chamado “Centrão” – como PP, PRP e PSD – ainda não deram sinais de desembarque do governo Temer em direção a Maia.

O presidente da Câmara defendeu, também, a aprovação das reformas e disse que é necessário que o Congresso aprove outras, além da trabalhista.

“Não podemos estar satisfeitos apenas com a reforma trabalhista. Temos Previdência, Tributária e mudanças na legislação de segurança pública”, disse.

Ao chegar na Argentina nesta quinta-feira, dia 6, Maia publicou uma foto ao ser recebido pelo presidente da Câmara dos Deputados do país, Emilio Monzó.

O deputado não publicava no Twitter desde o dia 23 de junho.

Comentários

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  1. Alvaro Souza

    Para o Brasil sair da crise, gerar em prego e tudo mais, comece pela REFORMA TRIBUTÁRIA, onde o governo fica com 70% da produção de cada brasileiro por ano. Depois ENXUGAR A MÁQUINA PÚBLICA, acabando com os 600.000 mil cargos comissionados do Executivo, Legislativo e Judiciário. Outra coisinha, REDUÇÃO DO Nº DE PARLAMENTARES PELA METADE, sendo vereadores, deputados estaduais e federais, senadores e ministros, É MUITA GENTE SEM FAZER NADA E GANHANDO MUITO. E PRA FINALIZAR, ACABEM COM AS MORDOMIAS DE PARLAMENTAR, aposentadorias acumuladas, carros, auxilios paletos e moradias, auxilio bataclã, saúde, mala preta, etc… PRONTO O PAÍS SAI DA CRISE.