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STF: segundo a denúncia, Pizzolato teria determinado o desvio de recursos, mais de 70 milhões de reais
Brasília - A defesa do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato negou nesta quinta-feira no Supremo Tribunal Federal (STF) que o réu tivesse autonomia para determinar repasses ou pagamentos de recursos do fundo Visanet, como sustentou a acusação no processo do chamado mensalão.
O advogado do ex-dirigente, Marthius Sávio Cavalcante, foi o primeiro a fazer a sustentação oral da defesa no sexto dia do julgamento da ação penal do suposto esquema pelo STF.
Questionado pelo ministro Joaquim Barbosa ao final da argumentação, Cavalcante afirmou que os responsáveis por determinar os repasses eram os integrantes de um conselho colegiado da diretoria e que quem assinava as decisões referentes ao Visanet pelo Banco do Brasil eram duas outras pessoas.
O advogado rebateu ainda a acusação feita pelo Ministério Público Federal de que Pizzolato foi o responsável direto pelo acompanhamento e execução dos contratos com a empresa DNA e que o repasse de bonificação dos fornecedores fazia parte de um esquema ilegal.
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