Aguarde...
CampanhaAécio ignora inflação da gestão FHC, rebate Lula
Por um diaHoje, sexta-feira, Renan é presidente da República do Brasil
PSDBPara Aécio, Bolsa Família não deve ser herança
PTMP pede punição a Dilma por propaganda antecipada
CargoSenadores elogiam escolha de Luís Roberto Barroso para STF
EleiçõesAlckmin diz que Serra será candidato em 2014
EleiçõesCampos critica precipitação do debate eleitoral
AdvogadosCrítica de lentidão do processo do mensalão seria infundada
EmpregadosSenado quer mudar regras em demissão de domésticos por crime
EscolhaLuís Roberto Barroso se diz honrado com indicação para o STF
José Serra, candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB
São Paulo - Depois do crescimento da rejeição à sua candidatura nas recentes pesquisas de intenção de voto, o candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, usou nesta segunda-feira seu programa na TV para justificar a saída da Prefeitura em 2006, com apenas dois anos no exercício do mandato, para disputar o governo do Estado. O tucano contou que vem sendo abordado na rua por eleitores, questionando se ele vai ficar no cargo até o final do mandato, caso vença este pleito. "Sim, vou ficar o mandato inteiro", garantiu o candidato.
Atacando a gestão petista de Marta Suplicy (2001-2004), Serra disse que, ao suceder a ex-prefeita de São Paulo, pegou uma gestão "falida", com dívidas e greve de servidores. "Foi essa a herança que recebemos do PT", afirmou. Após "colocar as finanças em ordem", o tucano contou que viu o risco do PT ganhar o governo do Estado e, como o governador Geraldo Alckmin na época não podia concorrer à reeleição, ele decidiu deixar a Prefeitura e concorrer ao governo estadual. "O Estado estava ameaçado de cair nas mãos do PT", ressaltou. Segundo o candidato, agora "a situação é bem diferente". "Quero ser prefeito para cumprir todo o meu mandato", insistiu.
O candidato disse ainda que, ao lado do governo estadual, investiu mais na expansão do Metrô do que a administração petista e, se eleito, pretende manter essa colaboração. "Em parceria com o governador Geraldo Alckmin, vamos investir como nunca", prometeu o candidato, que contou com um depoimento do governador tucano reforçando o "trabalho em conjunto".
O programa do líder nas pesquisas de intenção de voto, Celso Russomanno (PRB), foi dedicado ao tema Educação e mostrou paulistanos reclamando da qualidade do ensino público. Russomanno disse que vai promover uma política de valorização salarial dos professores, implantar internet gratuita na periferia e verticalizar as creches para criar mais vagas no sistema.
Soninha Francine (PPS) também falou sobre a falta de creches na cidade. Ao narrar a história de uma moradora que espera por vaga em creche há dois anos, Soninha disse que o problema é emergencial e prometeu que, se eleita, pagará creches particulares até que a administração consiga oferecer vagas a todas as crianças que hoje estão na fila por atendimento. Já Carlos Giannazi (PSOL) disse que pretende "pagar a histórica dívida da Prefeitura com a Educação" e exibiu o candidato do PSOL à Prefeitura do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, pedindo votos para ele.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados