Aguarde...
MensalãoJulgamento de recursos fica para 2º semestre, diz Barbosa
"Seguro"Deputados divergem sobre contingenciamento orçamentário
ProcessosCCJ aprova prioridade para tramitação de crimes de corrupção
Decide STFCrédito de ICMS não sofrerá desconto de contribuição social
RumorBoato não vai atrapalhar imagem do Bolsa Família, diz Lula
Dois trabalhosAfif diz que não se constrange em servir PSDB e PT
ImpostoCrédito de ICMS de exportadoras é imune a PIS, diz STF
ImpostoAlves diz ter pouca esperança na reforma do ICMS
PolíticosAfif entrega parecer da AGU sobre permanência em cargos
Deputado Paulo Maluf, do PP: outra tentativa da defesa do político foi a de provar que a prefeitura de São Paulo não poderia ser parte do processo
São Paulo - Os advogados de Paulo Maluf sofreram uma derrota na justiça de Jersey e a Corte Real da ilha rejeitou mais uma tentativa de adiar o julgamento em relação ao destino do dinheiro que está congelado em contas no paraíso fiscal. Para a Corte, a iniciativa dos advogados de Maluf de apresentar um recurso era "tático" e concorda com a versão dos advogados da prefeitura de São Paulo de que os argumentos para pedir o adiamento seriam "cínicos".
Há cerca de um mês, a Corte concluiu as audiências em torno do caso aberto pela prefeitura de São Paulo para reaver o dinheiro que Maluf teria desviado das obras da Avenida Águas Espraiadas e que estariam no paraíso fiscal. O julgamento permitiu que, pela primeira vez em uma década, documentos fossem liberados mostrando que a família de Maluf administrou contas no exterior, algo que o ex-prefeito sempre negou.
Os advogados de defesa admitiram que Maluf era beneficiário dessas contas, enquanto seu filho Flávio era diretor de uma das empresas para onde o dinheiro era enviado. Uma decisão deve ser tomada nos próximos meses. Mas, enquanto isso, a Corte tem sido obrigada a se pronunciar sobre tentativas dos advogados de Maluf de impedir que uma decisão seja anunciada.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados