Aguarde...
RádioEmprego é essencial para reduzir desigualdade, diz Dilma
OposiçãoSérgio Guerra exalta FHC e Serra em convenção do PSDB
JustiçaNovo ministro do STF será escolhido este mês, diz Cardozo
VotaçãoPMDB admite dificuldade na articulação da MP dos Portos
MedidasSenado formalizará prazo mínimo para apreciar MPs
LegislaçãoDilma tem até 5 de junho para sancionar MP dos Portos
InvestigaçãoGilberto Carvalho confirma ida ao Senado
PresidênciaTemer defende candidatura própria do PMDB em 2018
ParecerTemer diz que Dilma ainda não deliberou sobre MP dos Portos
CargosAssembleia de SP analisará pedido para Afif deixar vice
Roberto Gurgel: o procurador mirou o ex-ministro da Casa Civil do governo Lula, o petista José Dirceu, descrito por ele como líder do "grupo criminoso"
Brasílai - O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, foi a peça central do segundo dia do julgamento do processo chamado de mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), e pediu a condenação de 36 réus e a prisão imediata dos envolvidos após o julgamento.
Gurgel mirou o ex-ministro da Casa Civil do governo Lula, o petista José Dirceu, descrito por ele como líder do "grupo criminoso", e o publicitário Marcos Valério, citado como "elo" e principal operador do suposto esquema de desvio de recursos e repasse para parlamentares em troca de apoio político.
O procurador falou por 4 horas e 38 minutos e detalhou a atuação dos participantes no suposto esquema e como ele funcionaria. No final, citou tentativas de intimidação e constrangimento.
Citou Dirceu, a quem tudo precisaria ser aprovado, mas reconheceu que, como todo "chefe de quadrilha", o ex-ministro não deixou rastros, mas disse haver prova "contundente" da atuação dele. Após a sessão, citou os envolvidos como uma "quadrilha extremamente arrogante".
"José Dirceu foi a principal figura de tudo o que apuramos. Foi o mentor do grupo... Nada, absolutamente nada, acontecia sem a prévia aprovação de Dirceu." "(Mas) em crimes como o que vimos, em muitas situações, se passava entre quatro paredes, mas não em quatro paredes comuns, em quatro paredes do palácio presidencial", disse ele.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados