Aguarde...
CargoNovo ministro do STF defende equilíbrio entre poderes
ÁfricaDilma chega à Etiópia para festejos da União Africana
CampanhaAécio ignora inflação da gestão FHC, rebate Lula
Por um diaHoje, sexta-feira, Renan é presidente da República do Brasil
PSDBPara Aécio, Bolsa Família não deve ser herança
PTMP pede punição a Dilma por propaganda antecipada
CargoSenadores elogiam escolha de Luís Roberto Barroso para STF
EleiçõesAlckmin diz que Serra será candidato em 2014
EleiçõesCampos critica precipitação do debate eleitoral
AdvogadosCrítica de lentidão do processo do mensalão seria infundada
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel: Perguntado se o Toffoli deveria se declarar impedido, jurista disse que "essa é uma questão do ministro"
Brasília - O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse nesta quinta-feira que não pedirá o impedimento ou suspeição do ministro José Antonio Dias Toffoli para julgar o processo do chamado mensalão, uma vez que ele trabalhou com José Dirceu, um dos réus.
O ministro participou da discussão da proposta de desmembramento do processo, feita pela defesa de um dos réus, e votou contra. Toffoli, no entanto, ainda pode declarar-se impedido de participar do julgamento, que teve início nesta quinta-feira.
Gurgel disse que, se fizesse o pedido de impedimento, o julgamento poderia sofrer um novo atraso.
"Na medida em que fizesse essa menção, nós teríamos, de imediato, a suspensão do julgamento. E, dessa suspensão, poderia decorrer até à inviabilização de que esse julgamento acontecesse num prazo, num horizonte de tempo razoável", disse Gurgel a jornalistas após o encerramento da sessão.
"Da minha parte, realmente, a oportunidade que eu teria para suscitar a questão seria hoje e optei por não fazer", disse.
Havia expectativa se Toffoli se declararia impedido para julgar o caso, já que ele trabalhou no PT e foi assessor da Casa Civil da Presidência da República quando Dirceu, um dos réus do processo, era ministro.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados