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O edifício do Congresso Nacional, erguido em 1960, é um dos principais componentes da Praça dos Três poderes, em Brasília
Brasília - O DEM não aceitou o acordo que o governo fechou com a maioria dos partidos para votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) na Comissão Mista de Orçamento (CMO) nesta quarta-feira e entrou novamente em processo de obstrução impedindo a votação da matéria.
Com isso, a negociação para a votação da LDO, que estabelece parâmetros para o Orçamento do ano seguinte, com a meta de superávit primário do setor público consolidado de 155,9 bilhões de reais, continuará na quinta-feira.
A LDO também prevê a possibilidade de abatimento de até 45,2 bilhões de reais de verbas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Os parlamentares têm de aprovar o texto na comissão e no plenário até a próxima terça-feira para entrar em recesso. Caso contrário, deputados e senadores têm de continuar trabalhando normalmente.
O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que tentou costurar um acordo para a votação da LDO, evitou comentar esse cenário. "É muito cedo para falar isso", disse a jornalistas após comunicar a decisão do DEM.
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