Aguarde...
Por um diaHoje, sexta-feira, Renan é presidente da República do Brasil
PTMP pede punição a Dilma por propaganda antecipada
CargoSenadores elogiam escolha de Luís Roberto Barroso para STF
EleiçõesAlckmin diz que Serra será candidato em 2014
EleiçõesCampos critica precipitação do debate eleitoral
AdvogadosCrítica de lentidão do processo do mensalão seria infundada
EmpregadosSenado quer mudar regras em demissão de domésticos por crime
EscolhaLuís Roberto Barroso se diz honrado com indicação para o STF
CandidatoLula pede "moderação" a Lindbergh Farias
TributaçãoRelator se diz frustrado por MP 601 não ter sido votada
Marthius Sávio Cavalcante Lobato, advogado de Henrique Pizzolato, defende seu cliente no plenário do Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão
Brasília - Quando não procuram enquadrar os crimes denunciados no mensalão apenas como um delito eleitoral - o chamado caixa 2 - ou rechaçam a tese de uso de recursos públicos no esquema, advogados dos réus costumam convergir em outro aspecto durante suas sustentações orais.
Desde o início do julgamento, diante da Corte Suprema brasileira, os defensores têm recorrido rotineiramente a pessoas mortas ao questionar pontos da acusação formal da Procuradoria-Geral da República e alegar inocência de seus clientes. Um ex-dirigente de banco, um ex-presidente de partido e um ex-líder de bancada formam o grupo de citados já falecidos.
Na quarta-feira, as defesas de três ex-dirigentes do Banco Rural, réus no processo, sustentaram em plenário que os empréstimos tomados pelo empresário Marcos Valério na instituição foram obra exclusiva do ex-vice-presidente José Augusto Dumont. Ele morreu em um acidente em abril de 2004.
Ontem, o morto da vez foi José Janene (PR), ex-tesoureiro e ex-líder do PP na Câmara dos Deputados. As defesas do ex-deputado Pedro Corrêa e do deputado Pedro Henry (MT) sustentaram que parte do dinheiro do valerioduto serviu para custear campanhas do partido no norte do Paraná, base política de Janene. E que os saques feitos por um assessor do partido foram feitos por ordem do líder falecido. "Henry nunca participou de negociações financeiras com o PT", disse o advogado José Antonio Duarte Alvares.
Janene foi denunciado e chegou a ser réu no processo por formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Morreu em setembro de 2010 e a ação contra ele foi extinta. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados