Aguarde...
OposiçãoSérgio Guerra exalta FHC e Serra em convenção do PSDB
JustiçaNovo ministro do STF será escolhido este mês, diz Cardozo
VotaçãoPMDB admite dificuldade na articulação da MP dos Portos
MedidasSenado formalizará prazo mínimo para apreciar MPs
LegislaçãoDilma tem até 5 de junho para sancionar MP dos Portos
InvestigaçãoGilberto Carvalho confirma ida ao Senado
PresidênciaTemer defende candidatura própria do PMDB em 2018
ParecerTemer diz que Dilma ainda não deliberou sobre MP dos Portos
CargosAssembleia de SP analisará pedido para Afif deixar vice
EleiçõesPMDB já trata Skaf como candidato ao governo de SP
O senador boliviano opositor de Evo Morales, Roger Pinto: O senador está refugiado na embaixada brasileira desde 28 de maio
La Paz - A ministra de Comunicação da Bolívia, Amanda Dávila, afirmou nesta quinta-feira que o governo de Evo Morales não pode dar um salvo-conduto ao senador opositor Roger Pinto, refugiado há 52 dias na embaixada do Brasil, por responder a diversos processos judiciais.
''A Constituição diz que o Estado boliviano não pode conceder um salvo-conduto e não pode aceitar um asilo político para uma pessoa que tem processos na justiça ordinária por causas que têm a ver com delitos comuns'', declarou Amanda aos meios de comunicação em La Paz.
Amanda reiterou que lamenta as supostas pressões do embaixador brasileiro em La Paz, Marcel Biato, e acusou o diplomata de assumir uma voz política para que Pinto consiga um salvo-conduto.
O senador, refugiado na embaixada brasileira desde 28 de maio, alega que é vítima de perseguição política por acusar o presidente Evo Morales de corrupção e conivência com o narcotráfico. O presidente continua sendo líder dos principais sindicatos bolivianos de produtores de coca, base para fabricar cocaína.
O Brasil concedeu asilo ao parlamentar, mas o Governo boliviano se nega a dar o salvo-conduto para que Pinto possa viajar ao país.
O embaixador brasileiro, segundo Amanda, está ''um pouco angustiado e pressionado pela situação que tem na embaixada''. Ela ainda sustentou que ''assim como abriu as portas (a Pinto), o país tem o dever moral e a obrigação de assumir as consequências disso''.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados