Pizza na CPI do CARF; Defesa entregue…

CPI do CARF termina em pizza

A CPI que investigava a corrupção no Conselho de Administração de Recursos Fiscais acabou sem ter seu relatório lido e votado. Quando assumiu a presidência da Câmara, Rodrigo Maia negou mais prazo para a comissão continuar seu trabalho. O relator, João Carlos Bacelar, acusava o PSDB de blindar alguns investigados. A CPI investigava o pagamento de propinas por grandes empresas para que elas não fossem obrigadas a pagar dívidas com o fisco.

Permanecerão calados

A mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marisa Letícia, e o filho, Fábio Luis Lula da Silva, deverão permanecer calados durante o depoimento que prestarão à Polícia Federal. De acordo com a defesa, todos os esclarecimentos já foram prestados. Ambos foram convocados a depor no caso do sítio que a família frequentava, em Atibaia, e que os investigadores acreditam ser do próprio ex-presidente.

Defesa finalizada

O ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo entregou hoje a última peça da defesa da presidente da República afastada, Dilma Rousseff, no processo de impeachment. Em 670 páginas, o advogado de Dilma aponta contradições e erros no relatório feito pelo senador Antonio Anastasia, que é favorável ao impeachment. O julgamento final de Dilma, no plenário do Senado, deve começar no dia 25 de agosto e durar de três a quatro dias.

Ministro pede desculpas

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, pediu desculpas nesta sexta-feira pela declaração dada ontem, de que os homens procuram menos assistência médica porque trabalham mais. Ele alegou que foi mal interpretado quando proferiu a frase e que ela, na verdade, se referia à quantidade de homens no mercado de trabalho, não à jornada feita por eles. A própria filha de Barros, a deputada estadual Maria Victória Borghetti Barros, que é candidata à prefeitura de Curitiba, repreendeu o pai. Ele é marido da vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti.

=-

Cassação de Cunha esvaziada

Mal foi marcada e aliados já começam a trabalhar para esvaziar a votação para a cassação do deputado federal Eduardo Cunha. O PMDB, partido do deputado, articula para que seus deputados faltem à sessão do dia 12 de setembro alegando a proximidade das eleições municipais, que acontecem no começo de outubro. O mesmo deve acontecer com PP, PSD e PTB. São necessários 257 votos para garantir a cassação de Cunha.