Aguarde...
PolíticaAécio Neves é eleito presidente do PSDB
AviaçãoPassageiros enfrentam dificuldades no Santos Dumont
OposiçãoSérgio Guerra exalta FHC e Serra em convenção do PSDB
Custo de vidaTarifa de metrô e ônibus sobe no dia 1º em SP
Trânsito 10 sugestões paliativas da FGV para o trânsito de SP
CondecoraçãoLula recebe Honoris Causa de sete universidades argentinas
EstádioPromotor aponta problemas na concessão do Maracanã
FraudeMP denuncia mais 12 suspeitos de adulterar leite
AuditoriaCarvalho irá ao Senado para esclarecer caso Rosemary
MinistroGilberto Carvalho vê fascismo em redução da maioridade penal
Inovação: para Alberts, é preciso que as universidades e instituições se estruturem e organizem programas de pesquisa de modo a estimular a realização de estudos inovadores e ciência de excelência
São Paulo - Na Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF), nos Estados Unidos, às sextas-feiras, um grupo rotativo de 50 professores de diferentes departamentos da instituição se reúne durante o almoço para debater pesquisas em andamento em diferentes áreas.
Periodicamente, duplas de professores da UCSF também realizam minicursos intensivos, com duração de duas semanas e voltados para grupos de até 12 estudantes, nos quais abordam lacunas do conhecimento em suas respectivas áreas de pesquisa.
As duas iniciativas, além da própria maneira como os edifícios e os programas de pesquisa desenvolvidos no novo campus da instituição foram planejados e construídos, integram um conjunto de medidas colocadas em ação pela UCSF nos últimos anos de modo a promover uma colisão aleatória de pessoas e ideias em suas dependências – e, com isso, criar um ambiente propício para o surgimento de pesquisas inovadoras.
O relato foi feito por Bruce Alberts, professor emérito do Departamento de Bioquímica e Biofísica da UCSF e conselheiro do presidente Barack Obama para assuntos de ciência e tecnologia, durante conferência no dia 3 de agosto no auditório da Fapesp com o tema “Scientific excellence: ways and means of difussion”.
Na avaliação de Alberts, que também é editor-chefe da revista Science, é preciso que as universidades e instituições de pesquisa se estruturem e organizem programas de pesquisa de modo a estimular a realização de estudos inovadores e ciência de excelência.
Uma das formas para fazer isso – que Alberts indicou com base em mais de 30 anos lidando com universidades e instituições de pesquisa e com política científica e tecnológica – é apoiar um conjunto de laboratórios de tamanho modesto, com no máximo 12 pesquisadores que sejam liderados por um pesquisador independente “excelente e inovador”.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados