Aguarde...
ManifestaçõesBrasileiros vão às ruas de Miami em apoio aos protestos
VotaçãoSenado aprova projeto que altera distribuição do FPE
ImpasseSem acordo, PEC 37 deve ficar para o 2º semestre
ManifestaçõesPM reforça segurança do prédio de Prefeitura de SP
ProtestoPolícia reprime manifestação em frente à prefeitura de SP
RetificaçãoCasa Civil diz não ser possível calcular redução em tarifa
ProjetoMaria do Rosário diz que trabalhará contra "cura gay"
DireitosNova manifestação em SP reúne 50 mil
TransporteProtestos param SP enquanto Dilma promete ouvir as ruas
Rio de JaneiroInvasão da Alerj determinou uso de tropa de choque, diz PM
Vista aérea dos prédios em São Paulo: na capital, só o prédio da Fundação Banco do Brasil, na Rua Dr. Penaforte Mendes, teve a ocupação mantida pelo movimento
São Paulo – Dos cinco prédios públicos tomados, na madrugada de hoje (3), por sem-teto de São Paulo, dois imóveis continuam ocupados. Permanece a ocupação de um prédio na Rua Dr. Penaforte Mendes, na capital, e outro no município de Cajamar, na Grande São Paulo.
Os edifícios e terrenos, todos atualmente sem uso pela administração pública, pertencem a órgãos do governo federal. A manifestação, chamada pelos organizadores de “jornada de ocupações”, reivindica agilidade nos processos de liberação dos terrenos para construção de moradias populares.
A jornada teve continuidade na manhã de hoje com uma caminhada que saiu, por volta das 11 horas, da Praça Princesa Isabel, no centro da capital, para a Superintendência de Patrimônio da União (SPU). De acordo com a organização, cerca de 500 pessoas participaram do protesto. A Companhia de Engenharia de Tráfego estimou em 600 manifestantes.
Na capital, só o prédio da Fundação Banco do Brasil, na Rua Dr. Penaforte Mendes, teve a ocupação mantida pelo movimento. “É uma forma de pressionar as negociações. Essa jornada foi programada de forma a desocupar os terrenos na manhã de hoje, mas se houver necessidade, nós reocupamos. Esperamos a definição do que vai ser feito”, explicou Osmar Borges, coordenador-geral da Frente de Luta por Moradia (FLM), que é uma das organizadoras do movimento.
Segundo os manifestantes, a SPU, que é vinculada ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, é o órgão responsável por disponibilizar os terrenos. Após a chegada dos manifestantes ao local, técnicos da secretaria saíram do prédio para conversar com as lideranças do movimento. De acordo com o coordenador-geral da FLM, ficou acertada uma reunião para amanhã (4) com representantes do órgão, que virão de Brasília.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados