Aguarde...
ManifestaçõesBrasileiros vão às ruas de Miami em apoio aos protestos
VotaçãoSenado aprova projeto que altera distribuição do FPE
ImpasseSem acordo, PEC 37 deve ficar para o 2º semestre
ManifestaçõesPM reforça segurança do prédio de Prefeitura de SP
ProtestoPolícia reprime manifestação em frente à prefeitura de SP
RetificaçãoCasa Civil diz não ser possível calcular redução em tarifa
ProjetoMaria do Rosário diz que trabalhará contra "cura gay"
DireitosNova manifestação em SP reúne 50 mil
TransporteProtestos param SP enquanto Dilma promete ouvir as ruas
Rio de JaneiroInvasão da Alerj determinou uso de tropa de choque, diz PM
Testes clínicos com nova terapia contra o lúpus se mostram promissores
Brasília - Postos de saúde vão oferecer a partir do próximo ano vacina contra catapora. O novo imunizante, batizado de tetra viral, também oferece proteção contra sarampo, caxumba e rubéola, doenças que já estavam incluídas no calendário básico do Sistema Único de Saúde (SUS). A vacina, injetável, será aplicada em duas doses: uma aos 12 meses e outra, aos 4 anos.
Atualmente, pais que desejam proteger seus filhos contra a catapora têm de recorrer a clínicas particulares, onde é encontrada uma vacina específica contra a doença. O SUS até agora oferecia o imunizante apenas nos casos de surto ou em campanhas específicas.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirma que anualmente são registradas, em média, 11 mil internações provocadas pela doença. A média anual de óbitos é de 160. O imunizante será produzido numa parceria entre Fundação Oswaldo Cruz e o laboratório GlaxoSmithKline. Um contrato de transferência de tecnologia, que permitirá a produção, será assinado sábado, no Rio. "Serão 4,5 milhões de vacinas por ano", disse Padilha. O contrato será de R$ 127,3 milhões, que serão usados tanto para obras de infraestrutura na fábrica brasileira quanto para a compra do remédio. A expectativa é de que em quatro anos toda a produção seja feita no País.
Além de atender uma recomendação da Organização Mundial da Saúde, que defende a cobertura vacinal de 85% da população contra catapora, a produção nacional atenderá outro objetivo: o mercado internacional. "Hoje o País já fornece algumas vacinas, como febre amarela e BCG. Queremos ampliar esse cardápio e oferecer também a tetra viral", disse Padilha. De acordo com ele, o País já manifestou seu interesse em ampliar sua participação nesta oferta.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados