Aguarde...
PolíticaAécio Neves é eleito presidente do PSDB
AviaçãoPassageiros enfrentam dificuldades no Santos Dumont
OposiçãoSérgio Guerra exalta FHC e Serra em convenção do PSDB
Custo de vidaTarifa de metrô e ônibus sobe no dia 1º em SP
Trânsito 10 sugestões paliativas da FGV para o trânsito de SP
CondecoraçãoLula recebe Honoris Causa de sete universidades argentinas
EstádioPromotor aponta problemas na concessão do Maracanã
FraudeMP denuncia mais 12 suspeitos de adulterar leite
AuditoriaCarvalho irá ao Senado para esclarecer caso Rosemary
MinistroGilberto Carvalho vê fascismo em redução da maioridade penal
Crimes: com base no resultado das buscas, os investigados serão intimados a prestar esclarecimentos na sede da Superintendência da Polícia Federal em Salvador
São Paulo - A Polícia Federal deu início na manhã desta sexta-feira, em Camaçari (BA), uma operação para cumprir três mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, no combate a crimes de estelionatos cometidos por meio de fraudes previdenciárias.
As investigações, feitas em conjunto com o Ministério da Previdência Social, através da Assessoria de Pesquisa Estratégica e de Gerenciamento de Risco (APEGR), identificaram o contador responsável pela inserção fraudulenta de vínculos extemporâneos no sistema do INSS. O contador gerava e transmitia, diretamente ou por meio dos cadastros em nome de diversas empresas, as Guias de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP's) com dados falsos.
Para isso, utilizava uma "chave" (certificado digital), obtida junto à Caixa Econômica Federal(CEF), com a qual inseria dados de relações trabalhistas inexistentes e falsificava documentos, aumentando valores de contratos de trabalho ou mudando datas do início e término de relações empregatícias.
Após a criação do vínculo trabalhista fraudulento, o suposto segurado da Previdência Social dava entrada em requerimentos de aposentadoria por tempo de serviço ou de benefício por incapacidade, apresentando perante o INSS documentos falsos, entre eles carteira de trabalho com registro falso e recibos e contracheques falsos, na tentativa de comprovar as informações lançadas extemporaneamente no CNIS.
Durante as investigações outro integrante da organização foi detectado pelos policiais. Ele era responsável por falsificar e vender relatórios, atestados e receituários médicos, no intuito de fraudar o INSS, justificar faltas no trabalho e, até mesmo, adquirir medicamentos de uso controlado.
Com base no resultado das buscas nesta sexta-feira, os investigados serão intimados a prestar esclarecimentos na sede da Superintendência da Polícia Federal em Salvador e, possivelmente, indiciados pela prática do crime de estelionato qualificado.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados