Aguarde...
ProtestosBomba de gás lacrimogêneo atinge médicos em Niterói
Após protestosGoverno e Movimento Passe Livre discutirão tarifa zero no DF
PonteManifestantes deixam avenida que dá acesso a Rio-Niterói
ManifestaçãoAtivistas farão novo protesto nesta quinta-feira no Rio
Para casaCom protesto na Ponte Rio-Niterói, passageiros voltam a pé
ProtestoPolícia Rodoviária Federal fecha Ponte Rio-Niterói
Após reduçãoProtestos de amanhã são mantidos em São Paulo
LeiSP aprova semáforo amarelo piscante na madrugada
ManifestaçõesBH enviará projeto para acabar com ISS do transporte
São Paulo - Depois de mais de dez anos engavetada, a Proposta de Emenda Constitucional 438 – conhecida como PEC do Trabalho Escravo – foi aprovada em segunda instância no dia 22 de maio, na Câmara dos Deputados.
Além desse importante passo para viabilizar a nova legislação – que prevê o confisco de propriedades onde houver trabalho compulsório –, o combate à escravidão no século 21 acaba de ganhar mais um aliado: o Atlas do Trabalho Escravo no Brasil.
A publicação, produzida com base em uma extensa pesquisa realizada por geógrafos da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade de São Paulo (USP), caracteriza pela primeira vez a distribuição, os fluxos e as modalidades do trabalho escravo no país.
Além do diagnóstico, o Atlas apresenta duas novas ferramentas – o Índice de Probabilidade de Trabalho Escravo e o Índice de Vulnerabilidade ao Aliciamento – que poderão auxiliar na implementação da legislação e orientar as políticas públicas de combate à escravidão.
De acordo com os autores, a publicação permitirá que o poder público avalie a probabilidade de ocorrência de trabalho escravo em regiões e setores da economia específicos, facilitando o trabalho de prevenção e as ações de combate ao problema. Desde 1995, mais de 42 mil pessoas foram libertadas das condições de escravidão pelo Estado brasileiro, de acordo com dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados