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Brigadistas retiram os restos de vidros quebrados no STF: As instituições que tiveram dano deverão entrar em contato com o Sexto Comando Aéreo Regional para reparo
Rio de Janeiro – O ministro da Defesa, Celso Amorim, disse hoje (2) que não vai se pronunciar sobre o incidente ocorrido ontem (1º) na Praça dos Três Poderes, em Brasília, quando os vidros dos prédios do Supremo Tribunal Federal e do anexo do Congresso Nacional ficaram estilhaçados após um voo rasante de dois caças da Aeronáutica.
"[Sobre] isso aí, já soltamos a nota da Aeronáutica. Enquanto não estiver muito claro, absolutamente muito claro o que ocorreu, a gente não pode prejulgar", disse Amorim, ao participar da abertura da 2ª Semana do Patrimônio Histórico e Cultural Militar, realizada no Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, no centro do Rio.
Em nota divulgada hoje, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica informou que as pessoas e instituições que tiveram algum prejuízo material em razão do sobrevoo deverão entrar em contato com o Sexto Comando Aéreo Regional para que seja providenciado o reparo.
A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que os vidros foram danificados por volta das 10h20 por uma onda de choque gerada pela passagem de duas aeronaves Mirage 2000, durante a cerimônia de troca da Bandeira Nacional na Praça dos Três Poderes. A nota divulgada ontem e assinada pelo brigadeiro do ar Marcelo Kanitz Damasceno, diz que o Comando da Aeronáutica já iniciou a apuração do incidente e que vai arcar com os prejuízos.
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