Aguarde...
QuedaNúmero de homicídios no estado de São Paulo cai 4,22%
BoatosPF localiza quem recebeu ligação sobre fim do Bolsa Família
FimTermina a greve dos professores municipais de SP
ReformaDefensoria Pública questiona ação do Iphan no Maracanã
2014Possível candidatura de Campos gera crise no PSB
FundoForça Sindical quer correção monetária do FGTS
AgropecuáriaFPA vai questionar governo sobre exigências do Código
CuidadosInterior de SP reforça segurança para a Virada Cultural
ParceriaBrasil e Etiópia reforçam relação bilateral com 4 acordos
CombateRio recebe bases móveis do programa Crack, é Possível Vencer
Greve nas federais: professores e técnicos administrativos em educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro realizam ato conjunto com estudantes em frente ao prédio da reitoria
Brasília – A greve dos professores das universidades federais já dura 72 dias e aumenta a probabilidade de que o calendário letivo de 2012 tenha que ser estendido até o início de 2013. Na maioria das 57 instituições, a paralisação teve início antes do encerramento do primeiro semestre. Com isso, quando a greve terminar, será necessário concluir as atividades para só então dar início ao segundo semestre de 2012.
O reitor da Universidade de Brasília (UnB), José Geraldo, explica que, quando a greve for encerrada, o calendário deverá ser reorganizado. “O semestre letivo não coincide com o ano fiscal. É provável que a gente entre [com as atividades letivas] em 2013 com a reposição. Mas já vivemos experiências de outras greves em que foi possível organizar isso de modo qualificado”, disse.
A Agência Brasil entrevistou reitores de insituições das cinco regiões do país. Eles descartam a possibilidade de cancelar o semestre e apostam na reposição. Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), os professores encerraram as atividades antes da paralisação, mas o semestre não foi oficialmente finalizado porque a maioria não lançou as notas no sistema. Como as aulas foram concluídas, o reitor Carlos Alexandre Netto acha que não será necessário comprometer as férias de janeiro com a reposição – isso se a greve não se prolongar por muito tempo.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados