Aguarde...
RelatórioGoverno deve abater R$ 45 bi na meta de superávit primário
PropostaDomésticas podem ter três tipos de jornada
OperaçãoCasa Civil nega acesso à investigação sobre Rosemary
Dois empregosAGU não vê ilegalidade no acúmulo de cargos públicos de Afif
RepressãoPresidente ordenou extermínio na ditadura, diz Comissão
ProjetoJustiça recusa pedido do MP a favor da cura gay
ImpostoPara Temer, reforma do ICMS não está ameaçada
ConjuntoHaiti e Brasil reiteram esforço para incitar migração legal
FiscalizaçãoOperação prende 8 pessoas por fraude com ICMS em SP
DireitosExecutivo e legislativo selam acordo por domésticas
Gilberto Carvalho: ao ser questionado sobre a disponibilidade de recursos para os reajustes, Carvalho disse que há uma estimativa inicial de 14 bilhões de reais
Brasília - O governo pretende apresentar propostas de reajustes salariais aos servidores que recomponham as perdas inflacionárias do último ano, disse nesta quinta-feira o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.
"O governo tem interesse em repor a inflação", afirmou Carvalho a jornalistas.
Os reajustes devem variar entre 4,5 e 6,5 por cento, dependendo da categoria, segundo disse à Reuters uma outra fonte do governo, que preferiu não ter a sua identidade revelada.
Apenas militares, servidores da educação e algumas poucas categorias devem receber reajustes maiores, afirmou a fonte, acrescentando que a proposta aos militares deve ficar em torno de 10 por cento.
Para conceder reajuste salarial aos servidores públicos, o governo estima que pode gastar entre 14 bilhões e 22 bilhões de reais, segundo a mesma fonte.
Ao ser questionado sobre a disponibilidade de recursos para os reajustes, Carvalho disse que há uma estimativa inicial de 14 bilhões de reais.
"Pode ser um pouco mais", afirmou o ministro, acrescentando que as negociações determinarão o total a ser destinado aos servidores.
Se o valor chegar a 22 bilhões de reais, o pleito dos 22 sindicatos que representam as carreiras típicas de Estado poderá ser atendido minimamente, segundo os sindicalistas. Eles reivindicam reajuste médio de 13 por cento, que teria um custo de 20 bilhões de reais para os cofres do governo Entre as carreiras de Estado estão os funcionários da Receita Federal, os delegados da Polícia Federal e os funcionários do Banco Central e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
De acordo com o Ministério do Planejamento, que está conduzindo as negociações com os servidores, se as reivindicações de todas as categorias fossem atendidas, os gastos chegariam a 92,2 bilhões de reais.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados