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O ministro da Defesa brasileiro, Celso Amorim: "todo movimento como este, como a libertação de um soldado israelense, é um bom presságio para o futuro"
Rio de Janeiro - As Forças Armadas estão prontas para atuar na segurança de grandes eventos internacionais como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016, caso sejam demandadas pela presidente Dilma Rousseff, disse nesta sexta-feira o ministro da Defesa, Celso Amorim.
"Não estamos reivindicando nada à presidenta, mas se for necessário (estaremos prontos) e alguma função seguramente haverá", declarou ele a jornalistas em evento na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). "Qual será o papel que vamos desempenhar a presidenta é que vai definir", complementou Amorim.
Desde a adesão da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal a greve nacional de servidores federais, surgiram rumores de insatisfação do Palácio do Planalto com as duas categorias.
Emergiu também o temor de que as duas categorias poderiam parar durante os eventos como Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíada, quando estarão no país atletas, dirigentes e turistas de todo o mundo.
Um uso maior das Forças Armadas passou a ser cogitado nesses eventos. "Não queremos, nós da Defesa, tomar a função de ninguém. Entendemos perfeitamente qual a função que tem que ser desempenhada pelas forças de segurança, sejam elas estaduais ou não", disse Amorim.
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