Aguarde...
ProtestosBomba de gás lacrimogêneo atinge médicos em Niterói
Após protestosGoverno e Movimento Passe Livre discutirão tarifa zero no DF
PonteManifestantes deixam avenida que dá acesso a Rio-Niterói
ManifestaçãoAtivistas farão novo protesto nesta quinta-feira no Rio
Para casaCom protesto na Ponte Rio-Niterói, passageiros voltam a pé
ProtestoPolícia Rodoviária Federal fecha Ponte Rio-Niterói
Após reduçãoProtestos de amanhã são mantidos em São Paulo
LeiSP aprova semáforo amarelo piscante na madrugada
ManifestaçõesBH enviará projeto para acabar com ISS do transporte
A camisinha feminina pode ser uma opção para mulheres que tenham dificuldade de negociar o uso do preservativo masculino com o parceiro
Brasília – Até o fim da semana, o Ministério da Saúde vai distribuir 2,2 milhões de preservativos femininos para os estados e o Distrito Federal. É o primeiro lote, do total de 20 milhões de unidades que serão distribuídas este ano.
Terão prioridade as profissionais do sexo, mulheres que convivem com doenças sexualmente transmissíveis, usuárias de drogas e pessoas atendidas pelo sistema prisional. Essa camisinha também pode ser uma opção para mulheres que tenham dificuldade de negociar o uso do preservativo masculino com o parceiro.
De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, com a camisinha feminina, a mulher passa a decidir sobre o uso do preservativo, não deixando a escolha apenas com o homem. “É uma estratégia que faz parte da política brasileira de ampliar as opções de proteção às doenças sexualmente transmissíveis”.
Desde 1997, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a comercialização da camisinha feminina no Brasil, o Ministério da Saúde distribuiu cerca de 16 milhões de unidades em todo o país. A meta para este ano é 25% maior do que o total já adquirido pela pasta.
A distribuição de preservativos masculinos atingiu a marca de 493 milhões de unidades no ano passado, 45% a mais do que em 2010.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados