Aguarde...
SelicPesquisa do BC prevê taxa básica de 9% no final do ano
FifaManifestantes usam futebol para chamar atenção, diz Blatter
EducaçãoLista de aprovados no Sisu sai nesta segunda-feira
PrivatizaçõesGoverno aprova estudos para concessão de rodovias
RelaçõesDilma prepara viagem ao Japão para incrementar intercâmbios
TrânsitoComeça hoje faixa exclusiva para ônibus na Tietê
ProtestosApós polêmica, polícia diz que vai liberar vinagre
ProtestosPolícia usa força contra manifestantes no Maracanã
Projetos sociaisBrasil entre países premiados pela FAO por reduzir fome
Remédios Genéricos: na última sexta-feira (31), a diretoria da Anvisa adotou uma resolução em que foram simplificados os procedimentos para a entrada desses produtos no Brasil
Brasília – A entrada de medicamentos e produtos para a saúde no país deverá estar normalizada entre dez e 15 dias, informou o diretor presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano.
De acordo com o diretor, a preocupação da Anvisa agora é organizar o acúmulo gerado ao longo da paralisação – especialmente em relação à carga de medicamentos e de produtos para a saúde essenciais em portos e aeroportos.
“Estamos reorientando o pessoal para forças-tarefa em pontos estratégicos, como o aeroporto do Rio, o Porto de Santos, os aeroportos de Guarulhos e de Campinas e o Porto de Itajaí, em Santa Catarina, no sentido de muito rapidamente tirar dos postos alfandegários os produtos que possam estar retidos e que venham gerar problemas de abastecimento”, disse Barbano.
Na última sexta-feira (31), a diretoria da Anvisa adotou uma resolução, publicada no Diário Oficial da União, em que foram simplificados os procedimentos para a entrada desses produtos no Brasil.
“[A flexibilização de ações] vai ser mantida por tempo indeterminado até que tenhamos a segurança de que não há mais efeitos da greve no dia a dia, principalmente na entrada de produtos de saúde no país”, informou Barbano.
Sobre o fim da greve dos servidores, o diretor disse haver dúvidas sobre a retomada dos trabalhos de funcionários da agência no Rio de Janeiro e na Bahia, que são vinculados a sindicatos diferentes. Em Brasília, as atividades voltaram ao normal hoje (3).
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados