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"O Exército agora está muito mais envolvido (na segurança olímpica), e confiamos que seremos capazes de organizar Jogos seguros", salientou em comunicado a Downing Street, residência oficial do primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron.
Em dezembro de 2010, a G4S assinou um primeiro contrato para treinar a 2 mil agentes de segurança particular, um acordo que depois foi ampliado. Em 2012, começou os cursos de formação para 20 mil das cerca de 110 mil pessoas que apresentaram uma solicitação para trabalhar nos Jogos.
Vários meses depois dos cursos, no entanto, muitos dos selecionados não se apresentaram em seus postos de trabalho, devido a que nesse prazo encontraram outro emprego ou simplesmente perderam o interesse pela vaga, reconheceu Buckles.
"Fomos atrás de pessoas desempregadas, estudantes e gente que buscasse trabalho durante as férias", expôs o diretor, que informou que seus agentes cobrarão 8,50 libras a hora (R$ 27) por hora durante a Olimpíada.
Para o deputado Alun Michael, o problema é que a maioria das pessoas que foram formadas não tinha assinado um contrato nem começariam a cobrar até o início dos Jogos.
"A maioria não sabia se tinha ou não trabalho. Eles deveriam ter recebido um mínimo, e deveria ter sido dito a eles que teriam que devolver o custo dos dias de formação e dos uniformes", considerou o deputado.
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