Aguarde...
CondecoraçãoLula recebe Honoris Causa de sete universidades argentinas
EstádioPromotor aponta problemas na concessão do Maracanã
FraudeMP denuncia mais 12 suspeitos de adulterar leite
AuditoriaCarvalho irá ao Senado para esclarecer caso Rosemary
MinistroGilberto Carvalho vê fascismo em redução da maioridade penal
AprovaçãoEstivadores marcam reunião para discutir MP dos portos
AzevêdoDiretor da OMC vem pela 1.ª vez ao país após ser eleito
Brasil-ArgentinaLula "reza" para que Dilma e Cristina se deem bem
SindicatosGoverno mantém fator previdenciário fora de discussão
JustiçaNovo ministro do STF será escolhido este mês, diz Cardozo
Caminhões: ficou acertado que as demandas dos caminhoneiros serão discutidas em quatro grupos de trabalho temáticos
Brasília - Uma semana depois de interromper a principal rodovia do País, a Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro, caminhoneiros terminaram no meio da tarde desta quarta-feira a primeira reunião de negociação com o governo, mas deixaram o encontro falando línguas diferentes. O representante do Ministério do Trabalho, secretário-executivo Marcelo Perrupato, deixou o encontro evitando perguntas dos jornalistas, sinalizando que nem todos os pleitos dos caminhoneiros serão atendidos, conforme prometeu uma das lideranças sindicais da categoria.
Os motoristas mostraram-se claramente divididos em diferentes grupos, um deles ameaçando os demais e criando confusão com a segurança da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), onde foi realizada a primeira reunião da mesa de negociação aberta pelo governo. Enquanto aguardavam do lado de fora, autônomos chamavam de "picaretas" os representantes da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos, Diumar Bueno, e da União Nacional dos Caminhoneiros, José Araújo da Silva, o "China", que participam do diálogo com o governo.
Em discurso para os manifestantes, o presidente do Movimento Brasil União Caminhoneiro, Nelio Botelho, afirmou que a ANTT estaria disposta a "responder todos os nossos problemas" podendo até "revogar" normas. Uma das regras em vigor, bombardeada pelos sindicalistas, permite a concessão de licença para transporte de carga a empresas de outros setores, como fazendas, empreiteiras de construção civil etc. Essas permissões acrescentaram 600 mil trabalhadores ao setor nos últimos dois anos, segundo Botelho.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados