Aguarde...
DivisãoManifestantes ocupam Paulista, frente da prefeitura e Raposo
ProjetoAprovação da “cura gay” em comissão é retrocesso, diz CFP
AtivistasGeração 64 elogia manifestação, mas aponta falta de objetivo
Casa CivilPode-se reduzir tarifa de ônibus em SP em R$0,23, diz Gleisi
CPTMUsuários da Linha 9-Esmeralda serão transportados por ônibus
FutebolBlatter diz que "Fifa não impôs o Mundial ao Brasil"
Direitos HumanosCDDPH recomenda proibir usar armas de fogo em manifestações
609Senado aprova MP que desonera produtos da cesta básica
EstaçõesCPTM suspende operação na Linha 9-Esmeralda após depredação
PrédioGrupo de manifestantes faz cordão humano na prefeitura de SP
Cigarro: no Brasil, 46,4% dos homens e 47,7% das mulheres que fumavam diariamente afirmaram ter largado o vício
São Paulo - O Brasil é o terceiro país com maior índice de ex-fumantes, de acordo com o maior levantamento global já feito sobre o uso do tabaco. Segundo o estudo, publicado nesta quinta-feira no periódico médico The Lancet, 46,4% dos homens e 47,7% das mulheres que disseram já ter fumado diariamente haviam largado o cigarro. O país está atrás apenas do Reino Unido (57,1% e 51,4%, respectivamente) e dos Estados Unidos (48,7% e 50,5%).
Coordenado por Gary Giovino, diretor do Departamento de Saúde Comunitária e Comportamento em Saúde da Escola de Saúde Pública da Universidade Estadual de Nova York em Buffalo, nos Estados Unidos, e autoridade internacional no estudo do tabaco, o levantamento analisou informações de três bilhões de pessoas, entre 2008 e 2010, de 16 países — dos quais, 14 eram países de baixa e média renda (Brasil, Bangladesh, China, Egito, Índia, México, Filipinas, Polônia, Rússia, Tailândia, Turquia, Ucrânia, Uruguai e Vietnã). Dados dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha foram usados como comparativos.
"Na ausência de ações efetivas, cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo irão morrer prematuramente no próximo século pelo uso do tabaco", diz Giovino. Segundo ele, a maior parte dessas mortes e os custos de saúde e econômicos que virão com elas serão suportadas por países de renda baixa e média. No último século, 100 milhões de pessoas morreram prematuramente devido ao uso do tabaco, aponta a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados