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Apesar da boa posição geral, país ainda precisa evoluir em educação, renda e saúde
São Paulo – Um estudo divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apontou que o nível de “bem estar” no Brasil é superior à média geral dos 40 países analisados.
De acordo com índice, feito a partir de dados medidos pelo Gallup World Poll, 77% dos brasileiros dizem ter mais experiências positivas em um dia qualquer do que negativas. A média geral dos demais países analisados na pesquisa é de 72%.
De acordo com a OCDE, o país progrediu desde a última vez que o índice foi medido, no ano passado. Hoje é o 23º no ranking de bem-estar geral. Embora esteja atrás de países como China, Coreia, Irlanda e México, o país está à frente de outros, como Finlândia, Alemanha e Índia.
No quesito emprego, o país está acima da média, com 69% das pessoas com idade entre 15 e 64 anos empregadas. Em contrapartida, 12% dos trabalhadores têm jornadas muito longas, acima da média geral de 9%.
Quando o assunto é renda, o país também não se sai muito bem. A renda familiar média brasileira está abaixo da média geral de 22.387 dólares.
Na educação, o país também deixa a desejar. No Brasil, 41% dos adultos com 25 a 64 anos de idade têm diploma de ensino médio – a média geral é 73%.
Em termos de saúde, a expectativa de vida do brasileiro é de 73 anos, menor que a média da pesquisa, de 80 anos. O país se saiu bem no quesito qualidade da água, com 83% das pessoas se declarando satisfeitas, mesmo patamar da média geral.
O índice criado pela OCDE está alinhado com esforços internacionais para criar indicadores alternativos às métricas meramente economicas, como o PIB, frequentemente utilizadas ara avaliar e comparar países.
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