A elite da renda

São Paulo – Em São Caetano do Sul (SP) e Niterói (RJ), a renda per capita é 2,5 vezes maior que a média do país.

Enquanto no Brasil fala-se em R$ 793 por pessoa no fim do mês, em média, nestas duas cidades estes valores são superiores a R$ 2 mil.

Não à toa, as duas estão entre os 10 municípios mais desenvolvidos do Brasil. É que para calcular o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), a ONU leva a renda em conta, além do nível de educação e a expectativa de vida (veja as cidades onde se vive mais). 

Nos casos a seguir, renda per capita é a soma de todos os salários ganhos pelos habitantes de cada município dividido pelo número total de pessoas que moram nele. Ou seja, o resultado considera não apenas quem tem qualquer tipo de renda, mas inclui na divisão desempregados, estudantes, etc.

A renda per capita serve como indicador de riqueza, mas nada diz sobre a distribuição dela.

Mesmo assim, o seu crescimento – processo que vem ocorrendo de forma contínua no Brasil - é sempre visto como uma belíssima notícia: significa maior poder de compra e acesso a bens e serviços por parte da população.

Os dados foram retirados do Atlas do Desenvolvimento Humano 2013, da ONU, e comparados com a edição de 2003. Os números, no entanto, são originalmente do IBGE, dos censos de 2010 e 2000.

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