Aguarde...
Segurança de SPGoverno não confirma bônus prometido por Alckmin a policiais
MensalãoJulgamento de recursos fica para 2º semestre, diz Barbosa
EconomiaLula destaca políticas de integração da União Africana
ComércioApoio africano foi fundamental para vitória na OMC, diz Lula
PECMulta de FGTS pode não valer para doméstica
"Seguro"Deputados divergem sobre contingenciamento orçamentário
IntervençõesPresidente da Infraero nega atraso em obras em aeroportos
Prisões desumanasAI denuncia uso "generalizado" da tortura no Brasil
ProcessosCCJ aprova prioridade para tramitação de crimes de corrupção
Policiais Federais fazem manifestação no aeroporto de Congonhas: a categoria recusou a proposta oferecida pelo governo de reajuste 15,8%, escalonado em três anos
Rio de Janeiro - Policiais federais em greve fizeram hoje (3) mais um protesto, dando continuidade à campanha por reajuste salarial e pela reestruturação da carreira. Os agentes se reuniram em frente à Superintendência da Polícia Federal (PF) na Praça Mauá, zona portuária da capital fluminense, como forma de chamar a atenção da sociedade para as reivindicações dos servidores.
Os agentes prometeram intensificar as pressões esta semana para que o governo federal considere suas demandas. “Estamos tentando a nossa última cartada, para tentar, por medida provisória, entrar no Orçamento de 2013. Vamos torcer para que o governo tenha bom-senso”, ressaltou André Tristão, representante do sindicato da categoria no Rio de Janeiro.
De acordo com ele, a partir de agora os protestos dos policiais vão se intensificar, com a suspensão de serviços de investigação. “Vamos deixar de fazer as atribuições de nível superior, ou seja, investigações a organizações criminosas, grampos telefônicos entre outros serviços”, destacou.
Já o atendimento em aeroportos para emissão de passaportes continua com as mesmas restrições, tendo prioridade apenas os casos considerados de urgência.
Na semana passada, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que não vai tolerar boicotes a operações da PF promovidos por servidores. Ele prometeu punir abusos cometidos pelo policiais que estão em greve desde o dia 7 de agosto. A categoria recusou a proposta oferecida pelo governo de reajuste 15,8%, escalonado em três anos.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados