EI no Brasil; Denúncia contra Lula…

Ameaça terrorista

Uma operação realizada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira prendeu dez brasileiros suspeitos de ligação com o grupo terrorista Estado Islâmico (EI). Eles ficarão presos por 30 dias, prorrogáveis por mais 30. Os presos faziam parte da lista de 100 pessoas que a PF vinha monitorando mais proximamente por suspeita de ligações com o terrorismo. De acordo com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, a célula era amadora, por não ter preparo para realizar ataques, mas representava uma ameaça.

Contatos para comprar armas

De acordo com Moraes, a Polícia Federal monitorava há meses as conversas dos suspeitos por meio de aplicativos de troca de mensagem, como WhatsApp e Instagram. Os presos teriam feito o “batismo” no EI, mas não contataram pessoalmente nenhum membro da organização. Moraes disse que a PF decidiu agir no momento em que um dos membros contatou uma loja de venda de armas no Paraguai para adquirir um fuzil AK-47.

MPF reitera denúncia contra Lula

O Ministério Público Federal reiterou nesta quinta-feira a denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela tentativa de obstrução das investigações da Lava-Jato. Também são afetados pela denúncia o ex-senador Delcídio do Amaral e outras cinco pessoas pela tentativa de comprar o silêncio de Nestor Cerveró com o objetivo de que ele não aceitasse fazer delação premiada. O ato ocorreu depois que o ministro Teori Zavascki devolveu o processo para a Procuradoria-Geral depois que Delcídio foi cassado. Como o ex-senador perdeu o foro privilegiado, o processo corre na primeira instância em Brasília.

Irmãos Schin são réus

Os irmãos Fernando Machado Schincariol e Caetano Schincariol Filho, juntamente com outras cinco pessoas, tornaram-se réus nesta quinta-feira pelos crimes de falsidade ideológica, organização criminosa e fraude processual. De acordo com o MPF, os réus montaram um esquema de sonegação de impostos que operou por pelo menos dez anos na Cervejaria Malta, de propriedade dos irmãos. Nas contas do Ministério Público, pelo menos 2 bilhões de reais em tributos não foram pagos ao Erário.

Dória apresenta o vice

O candidato a prefeito de São Paulo pelo PSDB, João Dória, apontou nesta quinta-feira que o deputado federal Bruno Covas deve ser o vice de sua chapa. O nome não é consenso no partido, já que uma ala interna grande preferia a indicação de Ricardo Tripoli, também deputado federal. Tripoli é um dos fundadores do partido e, nas últimas eleições, teve votação maior do que a de Covas.