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Última atualização 24/05/2017 - 17:20 FONTE

Alckmin diz que massacre envolvendo PCC “não tem relação com SP”

O massacre, com 56 mortos, é atribuído a um conflito entre a facção paulista e o grupo Família do Norte (FDN)

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), minimizou a relação entre o massacre nos presídios do Amazonas e a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), nascida em São Paulo na década de 1990 e onde sua cúpula está presa atualmente.

“Não tem nenhuma relação com São Paulo, aqui não teve problema nenhum”, disse o governador, na manhã desta terça-feira, 3, ao comentar o assunto, enquanto visitava uma obra no Butantã, na zona oeste de São Paulo.

O massacre, com 56 mortos, é atribuído a um conflito entre a facção paulista e o grupo Família do Norte (FDN), com sede no Estado da Região Norte.

“Organização criminosa você sempre vai ter. Se você pegar o livro sobre a Ilha Anchieta, que foi um presídio 70 anos atrás, já tinha facção criminosa. É claro: as pessoas se organizam. Ficam em uma penitenciária 1 mil, 2 mil pessoas, por anos e anos, formam uma rede. Isso existe em todo o lugar. Se você pegar a rebelião do presídio da Ilha Anchieta 70 anos atrás, como a Ilha Grande, no Rio de Janeiro, já existia”, disse o governador.

Comentários

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  1. É no mínimo falta de preparo do jornalista, para não dizer má fé, tentar envolver o governador Geraldo Alckmin por uma rebelião ocorrida em um presídio no Amazonas. Caso ele seja eleito presidente em 2018, depois de sua posse, ele possa responder por problemas no sistema carcerário em outro Estado. Hoje não.