O Banco do Brasil quer encerrar o ano com uma atuação mais forte no exterior. O maior banco brasileiro, controlado pela União, negocia a compra de uma instituição de pequeno porte nos Estados Unidos, uma em Angola e outra no Chile. Além disso, o banco está abrindo uma agência em Xangai, na China, e um escritório em Singapura. Nos Estados Unidos, o banco está em estágio avançado de negociação e até o fim do ano deverá adquirir uma instituição com valor aproximado de 50 milhões de dólares. O alvo do BB em solo americano é a comunidade de 1,4 milhão de brasileiros, concentrada principalmente nas regiões de Nova York e Flórida. O objetivo do banco é atrair contas de pessoas físicas, como já faz hoje no Japão, onde tem mais de 120 000 correntistas. Nos demais países, o BB está de olho na crescente presença de empresas brasileiras. Neste ano, o Banco do Brasil já comprou o Banco da Patagônia, na Argentina, por 500 milhões de dólares.
Nota publicada na edição 972 da revista EXAME.















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Edson Rosa Brise
Creio que o BB tem porte para adquirir um banco Americano de até uns US$ 5 Billhões e comprar "importantes" bancoa na América Latina como: Banco de Bogotá, ...
Edson Rosa Brise
Creio que o BB tem porte para adquirir um banco Americano de até uns US$ 5 Billhões e comprar “importantes” bancoa na América Latina como: Banco de Bogotá, Corpbanca, Banco Macro, Compartamos Bank entre outros.
Georgea- BH
Como principal banco do governo o BB demorou muito pra começar aquisições no exterior, principalmente America Latina e EUA, principalmente nos EUA com faleci...
Georgea- BH
Como principal banco do governo o BB demorou muito pra começar aquisições no exterior, principalmente America Latina e EUA, principalmente nos EUA com falecias de importantes bancos o BB consiguira bons preços.
Marcelo
Já passou até um pouquinho do ponto para adquirir um banco nos EUA. Logo após a crise de 2008/2009 poderia ter conseguido verdadeiras pechinchas. Também a...
Marcelo
Já passou até um pouquinho do ponto para adquirir um banco nos EUA. Logo após a crise de 2008/2009 poderia ter conseguido verdadeiras pechinchas.
Também as tarifas no exterior tem de melhorar muito para torná-lo competitivo. Lembro que anos atrás, como correntista do banco, era mais barato enviar dinheiro para o Brasil por qualquer outro banco que pelo Banco do Brasil. Sem desconto nenhum para depositar na minha própria conta no Brasil a partir do BB em Lisboa, por exemplo. Pelo Deutsche Bank era quase metade do valor.
Fora essas e outras o banco já me deixou tantas tantas vezes na mão, que nem vale relatar. Mas apesar de ex-correntista, porém como bom brasileiro, desejo sucesso nessa empreitada.