Bia Aydar, que anunciou na semana passada sua saída da agência de publicidade MPM para criar a Semparar com sua irmã Fernanda Nigro, já está trabalhando em um novo projeto. Bia vai colaborar com a prefeitura do Rio de Janeiro para desenvolver a revitalização da zona portuária carioca. A principal missão da empresária será encontrar parceiros privados que invistam no local.
A nova empresa de Bia e Fernanda não trabalhará apenas com eventos. A dupla quer implantar no Brasil uma atividade comum nos Estados Unidos, que por lá é chamada de PR Business, ou negócios de relações públicas, em uma tradução livre. O objetivo da Semparar é aproveitar o grande interesse de investidores do mundo inteiro no Brasil e apresentar a eles projetos e pessoas. “Vamos usar uma rede de contatos que construímos durante todos esses anos de carreira”, diz Bia. A grande preocupação da empresária é que sua atividade não seja confundida com lobby. “É tudo transparente, limpo, legal e formal”, diz ela.


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sergio santos silva
PARABENS, pela ideia e pela iniciativa. Esta’ na hora de sair do plano de ideias e ir para atitudes a busca de soluções, que quase nunca o poder publico ...
sergio santos silva
PARABENS, pela ideia e pela iniciativa.
Esta’ na hora de sair do plano de ideias e ir para atitudes a busca de soluções, que quase nunca o poder publico sabe como fazê.
O difícil e’ quando aparecem grandes ideias viáveis e suscetíveis e não são colocadas em praticas por ferirem interesses viciados de grupos que usam tropas de choques lobistas que impedem essas ações. A exemplo da rica região portuária do Rio de Janeira parece paradoxo chama-la de rica?
Basta observarem sua localização geográfica estratégica, que da’ acesso as grandes vias para toda cidade, começando pelo porto, onde se ancoram hotéis cinco estrelas flutuantes já com hospedes. Já’ imaginou fazer o Check-in do Tom Jobim pelo Píer Mauá, e transportar os passageiros por Hoover Crafts pressurizadas e confortáveis ate’ a ilha do Governador em dez minutos via mar. Sem riscos. Adeus via Amarela! Ou serão as Cooperativas de
Taxis e Empresas de transfers que não querem? Empresas aéreas talvez?Ou será’ a grana gasta no Tom Jobim, que perdera sentido?
Tudo isso sem muito investimento, pois o Píer Mauá já possui Alfândega, Saúde dos Portos, Policia e Receita Federal. Porque será que não se faz isso? A Travessia do Canal da Mancha funcionou assim por séculos.
Alem da proximidade com aeroporto Santos Dumont, aterro, centro histórico e cultural do Rio de Janeiro, Cadê o Museu Guggenheim? Lembrando a ociosidade de espaços disponíveis no Píer, para se criar e atrair empresas do segmento Business Travel para completar as necessidades de infraestrutura e de serviços.•.
Creio que com a independência somada com a competência de vocês poderão vencer estes desafios.
Sucesso
Sergio Santos Silva
Jornalista-
Sergios_silva@terra.com.br