Dias atrás escrevi aqui sobre as empresas americanas que mais perderam valor de mercado, segundo um levantamento da revista Fortune. Pois fiquei curiosa para saber a quem caberia o título no Brasil. Pedi então à Economática que fizesse uma análise de quais as empresas brasileiras que mais perderam valor de mercado nos últimos cinco anos. Sabe quem está no topo da lista? A Embraer, que entre fevereiro de 2005 e fevereiro de 2010 perdeu praticamente metade de seu valor — despencou de 13,1 bilhões de reais para 6,9 bilhões de reais.
Por que essa queda tão abrupta? O executivo Frederico Curado, que preside a Embraer desde 2007, definitivamente não tem tido sorte. A crise mundial que eclodiu em 2008 derrubou as encomendas das aeronaves. Paralelamente, o real se valorizou em relação ao dólar — um problemão para companhias com um perfil tão exportador quanto o da Embraer. Num cenário tão adverso, as iniciativas dos executivos da Embraer servem mais para estancar a sangria do que propriamente para levar a companhia de volta ao topo. No início do ano passado, Curado fez um inevitável ajuste da estrutura de custos da empresa, provocando a demissão de milhares de funcionários (leia aqui matéria publicada por EXAME à época). Além disso, a empresa vem investindo em novos produtos, como os jatos Phenom, para tentar atrair novos compradores. Para analistas, porém, enquanto o mercado mundial estiver desaquecido e o câmbio pender em favor do real, a Embraer continuará enfrentando problemas. “É difícil imaginar quando as ações da empresa vão voltar ao patamar de alguns anos atrás’, diz a analista Daniela Bretthauer, da corretora Raymond James.
Em tempo: a companhia que mais ganhou valor de mercado no mesmo período foi a Petrobras, que saltou de 115,3 bilhões de reais para 304,4 bilhões de reais.















Expandir todos os 4
Cristiane Correa
A Arte da Guerrilha
Advogado Corporativo
Aqui no Brasil
BioAgroEnergia
Blog da Análise Técnica
Blog do Bolívar Lamounier
Blog do Empreendedor
Blog do Instituto Millenium
Blog do Management
Blog do Mark Mobius
Blog do Mendonça de Barros
Blog do Rio
Blog do Shinyashiki
Blog do Sidnei Oliveira
Blog do Site EXAME
Brasil no mundo
Blue Chips
Cabeça de Líder
Direito e Desenvolvimento
É legal
Faria Lima
Gestão Positiva
Gestão de Gente
Gourmet Latino
Inovação na prática
Iconomia
Loading com Marcelo Tripoli
Mídias Sociais
Novas Arenas
O Mar é minha Terra
O Negócio é o Seguinte
Primeiro Lugar on-line
Sua Carreira, Sua Gestão
Termômetro Global
Você e o dinheiro
Zeros e Uns
Paulo Simões Diniz
Investir em empresas industriais no País é um problemão. Continuamos produzindo matéria-prima ou, no máximo, semimanufaturados, tipo Vale, Petrobrás, JBS,...
Paulo Simões Diniz
Investir em empresas industriais no País é um problemão. Continuamos produzindo matéria-prima ou, no máximo, semimanufaturados, tipo Vale, Petrobrás, JBS, BRFoods, Marfrig, etc…
Messias Pereira - Rondonópolis -
Bastante pertinente essa pesquisa, até para acordar os novatos da classe C no mercado acionário. Ações não é brincadeira. Más, com o início do enriqueci...
Messias Pereira - Rondonópolis -
Bastante pertinente essa pesquisa, até para acordar os novatos da classe C no mercado acionário. Ações não é brincadeira. Más, com o início do enriquecimento de Urânio em 20% no Irâ, mesmo com a pressão internacional, infelismente, pode aquecer o mercado de armas como precaução. A Embraer possui projetos de aviões EMB 145 de politica militar preventiva e outros projetos em conjunto com outros países que pode recuperar esse cenário. “Um aquecimento assustador”.
Louis Woendenbag
O cenário mundial de aviação está afetado há alguns anos, o que se agravou com a crise. Vale lembrar que enfrentamos uma crise financeira, não econômica....
Louis Woendenbag
O cenário mundial de aviação está afetado há alguns anos, o que se agravou com a crise. Vale lembrar que enfrentamos uma crise financeira, não econômica. Ademais, tanto a Boeing como a Airbus estão em situação não muito diferente. A diferença é que, no setor da Embraer (jatos de até 122 assentos) ela é lider e possui uma carteira invejável de quase 20 bilhões U$. Portanto, em termos de análise de mercado, seus papéis são interessantes pois, no curto a médio prazo, a estabilização dos mercados fará, certamente, retornarem os compradores que adiaram suas entregas. Ainda temos o mercado interno, que deverá ser fortalecido no ambiente regional, onde os jatos Embraer (E-Jets) favorecem pelo menor custo operacional, sem falarmos em seus atributos técnicos favoráveis a aproximações para o Santos Dumont e Congonhas com menor impacto ambiental, por serem de menor ruído.