<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Mundo Agro</title>
	<atom:link href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro</link>
	<description>Blog sobre agronegócio, as tendências do setor agrícola brasileiro, as relações sociais no campo e a modernização do Brasil rural</description>
	<lastBuildDate>Mon, 16 Aug 2010 08:34:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=abc</generator>
		<item>
		<title>Até breve</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/08/16/ate-breve/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/08/16/ate-breve/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 08:34:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/?p=218037</guid>
		<description><![CDATA[Caros leitores, Depois de quase três anos de notícias e de reflexões sobre o agronegócio, chegou a hora de dizer &#8220;até breve&#8221;. Estou indo para uma temporada de 1 ano de estudos no campus de Berkeley, da Universidade da Califórnia. Nesse &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/08/16/ate-breve/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros leitores,</p>
<p>Depois de quase três anos de notícias e de reflexões sobre o agronegócio, chegou a hora de dizer &#8220;até breve&#8221;. Estou indo para uma temporada de 1 ano de estudos no campus de Berkeley, da Universidade da Califórnia. Nesse período, ficarei fora da redação de EXAME. E, como o programa de Berkeley é bastante puxado, seria muito difícil manter o blog atualizado (o que já era cada vez mais raro ultimamente &#8230; sorry).  Por isso, Mundo Agro ficará agora oficialmente inativo.</p>
<p>Obrigada aos que acompanharam os posts e contribuíram com idéias, sugestões e críticas.  E até mais.</p>
<p> Abs, Fabiane</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/08/16/ate-breve/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Guerra ao café</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/06/17/guerra-ao-cafe/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/06/17/guerra-ao-cafe/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 01:10:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Starbucks]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/?p=218026</guid>
		<description><![CDATA[O que o aumento da produção de café de Minas Gerais tem a ver com o consumo mundial de drogas? Para a Colômbia e o México, tem tudo a ver. O jornal britânico Financial Times publicou hoje uma reportagem sobre a ofensiva de produtores colombianos &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/06/17/guerra-ao-cafe/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que o aumento da produção de café de Minas Gerais tem a ver com o consumo mundial de drogas? Para a Colômbia e o México, tem tudo a ver. O jornal britânico <em>Financial Times </em>publicou hoje uma reportagem sobre a ofensiva de produtores colombianos e mexicanos contra o café brasileiro. Isso porque a bolsa de commodities de Nova York, a Ice Futures US, cogita incluir o grão brasileiro no contrato futuro de café arábica, do tipo despolpado. O contrato determina o padrão de qualidade do café negociado. Hoje, a produção de 19 países é referendada pela Ice, entre eles, Quênia, Nova Guiné e, obviamente, Colômbia. O Brasil, maior produtor mundial, não está nesse grupo de elite. Mas como a produção brasileira de café de qualidade está em franca expansão, a Ice estuda a inclusão do país na lista &#8211; o que valorizaria o grão nacional. A gritaria da concorrência foi imediata. O argumento dos colombianos é obtuso: o contrato da Ice estimularia os produtores brasileiros a cultivar uma quantidade muito maior de café de qualidade, roubando participação de mercado de países como Colômbia e México. Sem opção, os cafeicultores desses países deixariam de cultivar o grão para produzir coca – a matéria-prima da cocaína. “Eles apelam sistematicamente a esse tipo de argumento”, diz Guilherme Braga, diretor do Conselho de Exportadores de Café. “Qualquer movimento que favoreça a cafeicultura brasileira é contra-atacado com ameaças de expansão da produção de drogas”.</p>
<p><span id="more-218026"></span></p>
<p>Em 2004, uma discussão semelhante rondou a Ice &#8211; que tem total interesse em colocar o grão brasileiro no contrato comercializado (afinal, o mercado futuro tem de espelhar o mercado físico). Na época, o lobby colombiano convenceu vários congressistas americanos, que fizeram pressão para a proposta ser engavetada. Afinal, os Estados Unidos gastam fábulas com o programa de combate ao narcotráfico na Colômbia &#8211; em 2009, foram nada menos que 720 milhões de dólares.</p>
<p>Com ou sem o aval da Ice, o café brasileiro de qualidade continua ganhando o mercado externo. No ano passado, foram exportadas 3,5 milhões de sacas (pouco mais que 10% do total comercializado pelo país), dez vezes mais que o volume do ano 2000. Outro sinal do reconhecimento é de quem realmente entende da xicrinha. Em maio, Dub Hay, vice-presidente da rede Starbucks, esteve no Brasil e disse que mais de 50% do café que será importado pela rede em 2010 deverá vir do país.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/06/17/guerra-ao-cafe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>24</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Unilever põe à venda unidade de molho de tomates</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/05/18/unilever-poe-a-venda-unidade-de-molho-de-tomates/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/05/18/unilever-poe-a-venda-unidade-de-molho-de-tomates/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 May 2010 20:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agroindústria]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Arisco]]></category>
		<category><![CDATA[Heinz]]></category>
		<category><![CDATA[Hypermarcas]]></category>
		<category><![CDATA[tomate]]></category>
		<category><![CDATA[Unilever]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/?p=218005</guid>
		<description><![CDATA[A Unilever está em busca de um comprador para sua unidade de produção de atomatados, categoria de produtos que inclui molhos, polpas e extratos à base de tomate. A negociação não envolve as marcas Arisco e Knorr, estampadas nos atomatados &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/05/18/unilever-poe-a-venda-unidade-de-molho-de-tomates/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-218012" href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/05/18/unilever-poe-a-venda-unidade-de-molho-de-tomates/arisco-tomate-240-3/"><img class="alignleft size-full wp-image-218012" title="arisco-tomate-240" src="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/files/2010/05/arisco-tomate-2402.jpg" alt="" width="240" height="155" /></a>A Unilever está em busca de um comprador para sua unidade de produção de atomatados, categoria de produtos que inclui molhos, polpas e extratos à base de tomate. A negociação não envolve as marcas Arisco e Knorr, estampadas nos atomatados da Unilever, mas apenas a estrutura industrial, localizada em Goiânia, Goiás. A fábrica de Goiânia faz parte do maior complexo industrial da Unilever no mundo. Além dos derivados de tomate, também estão lá linhas de produção da maionese Hellmann’s e dos temperos Arisco, que a multinacional anglo-holandesa pretende manter. A fábrica de Goiânia era a antiga sede da Arisco, empresa comprada em 2000 pela Bestfoods. Esta, por sua vez, foi incorporada no mesmo ano pela Unilever.</p>
<p><span id="more-218005"></span></p>
<p>Um dos potenciais compradores da divisão de molhos de tomate é a Hypermarcas, do empresário João Alves de Queiroz Filho, ex-dono da Arisco. Seria o retorno do empresário, mais conhecido como Júnior, ao seu negócio de origem. Consultada, a Hypermarcas disse, por meio da assessoria de imprensa, que &#8220;busca constantemente novas oportunidades de negócios e que sempre notifica o mercado sobre quaisquer fatos relevantes concretizados&#8221;. A americana Heinz, uma das maiores fabricantes de catchup do mundo, também estaria interessada na divisão da Unilever. De acordo com a Nielsen, o mercado de molhos, polpas e extratos de tomate movimentou 1,5 bilhão de reais nos últimos 12 meses no Brasil.</p>
<p>Procurada por EXAME, a Unilever respondeu por sua assessoria de imprensa que está “avaliando a possibilidade de interessados nesse segmento, seguindo o direcionamento global das nossas categorias e em linha com os princípios de crescimento e desenvolvimento que têm norteado as nossas operações”.</p>
<p>Em relação aos potenciais compradores, a companhia informou que “por tratar-se de um processo com premissas de sigilo e confidencialidade, seu desfecho será comunicado tão logo seja concluído, de acordo com nossas práticas de transparência e Governança Corporativa”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/05/18/unilever-poe-a-venda-unidade-de-molho-de-tomates/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>82</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Monsanto pode deixar de produzir glifosato no Brasil</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/05/07/monsanto-estuda-importar-glifosato/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/05/07/monsanto-estuda-importar-glifosato/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 08 May 2010 01:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[agroquímicos]]></category>
		<category><![CDATA[Monsanto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/?p=217994</guid>
		<description><![CDATA[Até o final da próxima semana, a Monsanto trará para o Brasil 15 contêineres com 300 toneladas de glifosato ácido – matéria-prima para o principal produto da empresa, o Roundup. A importação é um teste logístico que a filial da &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/05/07/monsanto-estuda-importar-glifosato/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até o final da próxima semana, a Monsanto trará para o Brasil 15 contêineres com 300 toneladas de glifosato ácido – matéria-prima para o principal produto da empresa, o Roundup. A importação é um teste logístico que a filial da multinacional americana pretende fazer no país. Hoje, a Monsanto mantém uma fábrica no pólo petroquímico de Camaçari, na Bahia (a única fora dos Estados Unidos), capaz de suprir a sua demanda local e ainda exportar para Argentina e atender outros fabricantes de agroquímicos. O problema que é uma invasão de glifosato chinês no mercado brasileiro vem impondo uma redução na produção da Monsanto. Resultado: há 12 meses, a fábrica de Camaçari opera no vermelho. Não é para menos que a empresa cogita a possibilidade de deixar de fazer o produto no Brasil e passar a importar da matriz. A primeira carga importada dos Estados Unidos representa três dias de produção no Brasil.</p>
<p><span id="more-217994"></span></p>
<p>Até fevereiro de 2008, uma taxa de antidumping de 35,8% encarecia a importação do produto chinês. Em 2009, essa tarifa foi reduzida para 2,1% &#8211; o que tornou o glifosato chinês 35% mais barato do que o brasileiro. Hoje, a Monsanto é a única fabricante do produto no país e tenta convencer a Camex – que regulamenta as tarifas de importação – a elevar a taxa para o glifosato estrangeiro. A empresa argumenta que a matéria-prima chinesa está colocando em risco a produção nacional. Se for bem-sucedida, a empresa volta a dominar o mercado. Caso contrário, pode encerrar as operações da unidade que custou 450 milhões de reais e emprega mais de 1 000 pessoas na Bahia.</p>
<p><strong><em>Atualizado em 11/05</em>:</strong> A Monsanto divulgou nota hoje confirmando a importação da carga. De acordo Ricardo Madureira, diretor geral para América do Sul de Proteção de Cultivos da Monsanto: “Do ponto de vista financeiro de curto prazo, não está valendo a pena produzir mais no Brasil. Com os preços atuais de glifosato e o dumping chinês, a produção local é inviável.”</p>
<p>Segundo o comunicado: &#8220;Para reverter essa situação, a Monsanto apresentou à Câmara de Comércio Exterior (Camex) um pedido de adoção de um direito antidumping específico móvel para as importações de glifosato da China, com o objetivo de garantir a competição justa, em igualdade de condições, dos fabricantes nacionais.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/05/07/monsanto-estuda-importar-glifosato/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>19</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Transgênicos: muito além da produtividade</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/04/30/transgenicos-muito-alem-da-produtividade/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/04/30/transgenicos-muito-alem-da-produtividade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 22:42:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/?p=217990</guid>
		<description><![CDATA[ Há um bom tempo os produtores de soja e algodão &#8211; e mais recentemente os de milho – reconhecem que os transgênicos economizam custos e melhoram a produtividade das lavouras. Nessa semana, foi divulgado um estudo da consultoria inglesa PG &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/04/30/transgenicos-muito-alem-da-produtividade/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Há um bom tempo os produtores de soja e algodão &#8211; e mais recentemente os de milho – reconhecem que os transgênicos economizam custos e melhoram a produtividade das lavouras. Nessa semana, foi divulgado um estudo da consultoria inglesa PG Economics que mostra que as sementes geneticamente modificadas também pode ser um bom negócio para o meio ambiente. Segundo a consultoria, graças à adoção de transgênicos, 352 000 toneladas de defensivos agrícolas deixaram de ser aplicados no mundo entre 1996 a 2008. O estudo também calculou a emissão de gases de efeito estufa nas lavouras que adotaram sementes geneticamente modificadas. Com menos defensivos no campo, no ano de 2008, foram removidas da atmosfera 15,6 milhões de toneladas de dióxido de carbono – o que equivale a poluição emitida por 7 milhões de automóveis em um ano.</p>
<p>Uma série de estudos que avaliam o impacto dos transgênicos no meio-ambiente tem sido conduzidos no mundo. A edição de abril revista <em>Nature Biotechnology</em> traz um artigo que analisa os benefícios dos transgênicos ao meio ambiente e à economia dos países que adotaram a tecnologia. No texto, foram avaliados 49 estudos em 12 países. Em relação ao meio ambiente, uma das principais conclusões é que as culturas geneticamente modificadas ajudam a conservar o solo, pois a tecnologia facilita a adoção do plantio direto.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/04/30/transgenicos-muito-alem-da-produtividade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Maçã protegida. Soja nem tanto</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/04/19/maca-protegida-soja-nem-tanto/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/04/19/maca-protegida-soja-nem-tanto/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 23:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/?p=217985</guid>
		<description><![CDATA[ Sabe qual é a lavoura mais protegida do Brasil? Quem pensou em soja ou milho, errou feio. É a maçã. Quase 80% da área de cultivo da fruta está coberta pelo seguro rural. O Ministério da Agricultura divulgou hoje os &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/04/19/maca-protegida-soja-nem-tanto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Sabe qual é a lavoura mais protegida do Brasil? Quem pensou em soja ou milho, errou feio. É a maçã. Quase 80% da área de cultivo da fruta está coberta pelo seguro rural. O Ministério da Agricultura divulgou hoje os dados que mostram que pouco mais de 30 000 hectares de maçã estão sob a proteção do programa de subvenção ao prêmio do seguro rural – que, no caso da fruta, cobre 60% dos custos com o seguro. Hoje, a área total de cultivo da maçã no país é de cerca de 39 000 hectares. O programa de subvenção destinou quase 26 milhões de reais para os produtores da fruta – o que corresponde a 10% do total dos recursos destinados ao seguro rural.</p>
<p>A explicação para esse alto índice de cobertura na lavoura da fruta é que uma parte expressiva dos produtores de maçã é formada por pequenos ou médios agricultores – aqueles que justamente se enquadram nas regras de concessão do subsídio. Os grandes produtores acabam sendo excluídos do programa. Para as lavouras mais tecnificadas, isso significa baixíssimos índices de adesão ao seguro rural. A título de comparação: apenas 21% da área de trigo, 18% da de soja e 12% da de milho recebem o benefício da subvenção – que no caso de grãos, cobre apenas 50% do custo com o seguro. O restante sai do bolso do produtor.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/04/19/maca-protegida-soja-nem-tanto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Agronegócio não é sinônimo de commodity</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/03/29/agronegocio-nao-e-sinonimo-de-commodity/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/03/29/agronegocio-nao-e-sinonimo-de-commodity/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 01:06:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Etanol]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/?p=217981</guid>
		<description><![CDATA[Estive hoje num seminário promovido pelo Instituto de Economia da Unicamp. O tema era a produção de commodities e o desenvolvimento econômico. Um dos palestrantes do evento era o economista José Roberto Mendonça de Barros, um dos maiores especialistas em &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/03/29/agronegocio-nao-e-sinonimo-de-commodity/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive hoje num seminário promovido pelo Instituto de Economia da Unicamp. O tema era a produção de commodities e o desenvolvimento econômico. Um dos palestrantes do evento era o economista José Roberto Mendonça de Barros, um dos maiores especialistas em agronegócio do Brasil. Para ele, há uma discussão tremendamente ultrapassada no Brasil: a dicotomia entre “o agronegócio dos maus” e a “indústria dos bons”. O agronegócio seria aquele segmento que esgotaria os recursos naturais e pouco investiria em tecnologia – e a indústria o oposto disso. Mendonça de Barros aponta a cadeia do açúcar e álcool como um exemplo do segmento que está se reinventando justamente graças à tecnologia. Até os anos 70, o açúcar era o principal produto das usinas. Depois, vieram o etanol e a co-geração de energia. Agora, a aposta são os bioplásticos. A Coca acabou de anunciar que irá fabricar garrafas PET com 30% de material à base de etanol de cana-de-açúcar. “Hoje, o agronegócio está indo além da produção de commodities. E o que está acontecendo hoje na indústria de açúcar e álcool vai se repetir em outros setores do campo”, diz Mendonça de Barros.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/03/29/agronegocio-nao-e-sinonimo-de-commodity/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Apagão de caminhões</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/03/17/apagao-de-caminhoes/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/03/17/apagao-de-caminhoes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 21:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/?p=217973</guid>
		<description><![CDATA[A cena acima aconteceu no comecinho do mês em Sapezal, Mato Grosso. No auge da colheita da safra de soja, a falta de caminhões no campo tem obrigado os produtores a despejar no chão os grãos que acabaram de ser &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/03/17/apagao-de-caminhoes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-217972" href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/03/17/apagao-de-caminhoes/sapezal/"><img class="alignnone size-medium wp-image-217972" title="sapezal" src="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/files/2010/03/sapezal-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A cena acima aconteceu no comecinho do mês em Sapezal, Mato Grosso. No auge da colheita da safra de soja, a falta de caminhões no campo tem obrigado os produtores a despejar no chão os grãos que acabaram de ser colhidos. Ou seja, o estoque da soja está sendo feito literalmente dentro da própria lavoura. A imagem foi registrada pelo consultor Fábio Meneghin, da Agroconsult, durante o Rally da Safra. Ele presenciou o mais novo gargalo logístico do agronegócio: a falta de caminhões.  </p>
<p>O sumiço dos caminhões no campo pode ser explicado por dois motivos. O primeiro é o expressivo aumento da produção de soja em 2010. No ano passado, foram colhidas 57,2 milhões de toneladas do grão. A previsão para a safra atual é de 67,6 milhões de toneladas – 10,4 milhões a mais que serão colhidos e terão de ser transportadas. A segunda razão para o apagão de caminhões é a intensa competição entre o agronegócio e a indústria da construção civil, que está em forte expansão. Resultado: com mais produção e menos veículos, a disputa por caminhões no Cerrado ficou acirrada.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/03/17/apagao-de-caminhoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>16</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma estatal para fertilizantes?</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/03/05/uma-estatal-para-fertilizantes/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/03/05/uma-estatal-para-fertilizantes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 20:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[Vale]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/?p=217968</guid>
		<description><![CDATA[Cada vez ganha mais força no governo a ideia da criação de uma estatal de fertilizantes no Brasil. O país é um dos únicos grandes países agrícolas que importa ostensivamente as três matérias-primas básicas para a fabricação de fertilizantes: nitrogênio, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/03/05/uma-estatal-para-fertilizantes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez ganha mais força no governo a ideia da criação de uma estatal de fertilizantes no Brasil. O país é um dos únicos grandes países agrícolas que importa ostensivamente as três matérias-primas básicas para a fabricação de fertilizantes: nitrogênio, fosfato e potássio. Apenas 37% de tudo o que se consome no país é produzido por aqui. Tamanha exposição ao mercado externo já rendeu brigas homéricas entre produtores e indústria. Quando os preços internacionais sobem, os fazendeiros chiam porque os seus custos disparam. Não seria nada além de uma choradeira de ruralistas se o mercado internacional não estivesse de fato cada vez mais pressionado. “Nos últimos dois anos, o consumo na Índia e China cresceu 150% e isso está elevando os preços”, diz Rafael Weber, analista do setor da corretora Geração Futuro. A situação é particularmente mais grave no potássio. A Vale produz apenas 9% das 3,7 milhões de toneladas consumidas no país e a disponibilidade mundial é limitada.</p>
<p><span id="more-217968"></span></p>
<p>Paradoxalmente, o Brasil tem em seu subsolo a segunda maior mina de potássio do mundo. A jazida gigantesca fica na região de Nova Olinda, Amazonas, e pertence à Petrobras &#8211; mas existem restrições logísticas e ambientais para sua exploração. Soma-se a pouca oferta local um cenário de baixa competitividade no setor. Um exemplo disso ocorre com a comercialização do nitrato de amônia, produto derivado do nitrogênio, onde impera o monopólio da Fosfértil (antes controlada pela Bunge e recentemente adquirida pela Vale). “Há anos brigamos pelo aumento da produção de fertilizantes”, diz Cesário Ramalho, presidente da Sociedade Rural Brasileira. “Mas a criação de uma estatal não é a solução”, diz ele. Os produtores temem que aconteça com os fertilizantes o mesmo que ocorre hoje, por exemplo, com a estocagem de grãos (nas mãos da Conab) e o crédito agrícola (liderado pelo Banco do Brasil) – em ambos casos, há falta de oferta.</p>
<p>A hipótese da nova estatal surgiu com as discussões de um novo marco regulatório mineral – que deve ser apresentado até o fim de março. A atual legislação não obriga que o detentor de uma autorização de lavra faça investimentos para a exploração comercial dessa jazida, permitindo que as empresas fiquem sentadas em cima das licenças. Esse teria sido o fato que motivou a ministra da Casa Civil Dilma Rousseff a bancar a ideia da nova estatal – que já foi apelidada de Adubobrás. “Somos a favor de uma regulação justa, independente, mas sem a necessidade de novas estatais que implicam aumento de gasto público sem garantia de eficiência”, diz a senadora Kátia Abreu, presidente da Confederação Nacional da Agricultura.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/03/05/uma-estatal-para-fertilizantes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>14</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil é o número 2 em transgênicos</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/23/brasil-e-o-numero-2-em-transgenicos/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/23/brasil-e-o-numero-2-em-transgenicos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 23:44:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transgênicos]]></category>
		<category><![CDATA[CTNBio]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/?p=217963</guid>
		<description><![CDATA[Treze anos depois de entrar sorrateiramente no Brasil pela fronteira com a Argentina, os transgênicos definitivamente ganharam o jogo. Hoje, o país é o segundo maior produtor de transgênicos do mundo. Os dados foram divulgados pelo Serviço Internacional para Aquisição &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/23/brasil-e-o-numero-2-em-transgenicos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Treze anos depois de entrar sorrateiramente no Brasil pela fronteira com a Argentina, os transgênicos definitivamente ganharam o jogo. Hoje, o país é o segundo maior produtor de transgênicos do mundo. Os dados foram divulgados pelo Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA, em inglês), que calcula que foram plantados 21,4 milhões de hectares de organismos geneticamente modificados (OGM) no país.  – 100 000 hectares a mais que Argentina, que acabou de perder o segundo lugar no ranking mundial. O Brasil só perde para os Estados Unidos, que tem uma área três vezes maior dedicada aos transgênicos. Pelos cálculos do ISAAA, 71% da soja cultivada no Brasil é transgênica – contra 65% do levantamento anterior. Foram também 5 milhões de hectares de milho OGM e ainda 145 000 hectares de algodão transgênico.</p>
<p>Essa rápida adoção mostra que a realidade vem se impondo na questão dos transgênicos no campo: os produtores estão contabilizando ganhos com a tecnologia. No começo do mês, Basf e Embrapa lançaram uma soja 100% desenvolvida no país. Constam no site da CTNBio quase 1 500 pedidos de pesquisa de campo de diferentes produtos agrícolas transgênicos no país. Tudo isso num ambiente ainda muito hostil à tecnologia. De tempos em tempos surgem pesquisas científicas questionando a segurança alimentar e ambiental dos OGMs. Os números do ISAAA mostram o óbvio: os produtores brasileiros querem plantar transgênicos. E, você, está disposto a consumir transgênicos?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/23/brasil-e-o-numero-2-em-transgenicos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Todos querem a Equipav</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/10/todos-querem-a-equipav/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/10/todos-querem-a-equipav/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 23:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Etanol]]></category>
		<category><![CDATA[Bunge]]></category>
		<category><![CDATA[Equipav]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/?p=217957</guid>
		<description><![CDATA[Está próximo de um desfecho o processo de venda das duas usinas do grupo Equipav. A negociação, que vem se arrastando desde o ano passado, deve ser concluída logo depois do Carnaval, segundo uma fonte ligada à empresa. As duas &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/10/todos-querem-a-equipav/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está próximo de um desfecho o processo de venda das duas usinas do grupo Equipav. A negociação, que vem se arrastando desde o ano passado, deve ser concluída logo depois do Carnaval, segundo uma fonte ligada à empresa. As duas usinas do grupo – uma em Promissão e outra em Brejo Alegre, ambas no interior de São Paulo – são consideradas os melhores ativos à venda no setor sucroalcooleiro. Juntas, elas moem 10 milhões de toneladas de cana por ano e faturam cerca de 1,8 bilhão de reais. Outro atrativo da Equipav é alta eficiência na cogeração de energia. A empresa mantém contratos de fornecimento com CPFL, Eletropaulo, Duratex e Unilever. Apesar dos bons ativos, a Equipav não ficou imune à crise. Os altos investimentos na construção da unidade de Brejo Alegre e a queda da cotação do açúcar acabaram elevando o endividamento da empresa.<span id="more-217957"></span></p>
<p>De acordo com fontes próximas à negociação, a Bunge seria a mais cotada para fechar o negócio. A multinacional acabou de comprar a participação acionária em cinco usinas do grupo Moema, com capacidade de moagem de quase 14 milhões de toneladas de cana. Já a aquisição da Equipav seria fundamental para a companhia alcançar a meta de esmagar 30 milhões de toneladas de cana até 2012.</p>
<p>A Bunge, no entanto, não está sozinha nesse páreo. O grupo indiano Shree Renuka Sugars (que comprou no ano passado uma usina no Paraná), a Cosan, o fundo de investimentos em bioenergia VREC e a Rhodia (interessada exclusivamente nos ativos de cogeração) também estariam negociando com os controladores. Até agora, o que estaria emperrando a negociação é que as três famílias donas das usinas (Toledo, Vetorazzo e Tarallo) não estariam de acordo com os termos da negociação, que envolve abatimento de dívidas, troca de ações e investimentos na expansão da operação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/10/todos-querem-a-equipav/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Transgênico 100% nacional</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/05/transgenico-100-nacional/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/05/transgenico-100-nacional/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 22:11:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transgênicos]]></category>
		<category><![CDATA[Basf]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/?p=217953</guid>
		<description><![CDATA[Depois de 10 anos, a Basf e a Embrapa anunciaram finalmente que receberam a aprovação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança para comercializar a soja tolerante a herbicidas desenvolvida em parceria pelas duas empresas. O novo transgênico é o primeiro &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/05/transgenico-100-nacional/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de 10 anos, a Basf e a Embrapa anunciaram finalmente que receberam a aprovação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança para comercializar a soja tolerante a herbicidas desenvolvida em parceria pelas duas empresas. O novo transgênico é o primeiro 100% desenvolvido no Brasil. É também o primeiro lançamento mundial de um produto geneticamente modificado com a marca Basf  – que desenvolve parcerias com outras empresas na área de transgênicos, mas que ainda não resultaram em produtos aprovados. “O Brasil é o país da agricultura e fazia todo o sentido criar um produto do zero aqui”, diz Walter Dissinger, presidente da Basf no Brasil. Até hoje, todos os lançamentos de transgênicos no país eram adaptações de produtos criados para outros mercados agrícolas. A soja da Basf e da Embrapa irá fazer o caminho contrário. Está previsto o lançamento da variedade tolerante a herbicidas na Argentina, Bolívia, Colômbia e Paraguai.</p>
<p>A nova variedade, que custou 20 milhões de dólares para ser desenvolvida, chega para valer ao mercado em 2012 (a safra 2011 será reservada para a produção das sementes). A expectativa da Basf é que ela atinja cerca de 20% do mercado de sementes transgênicas de soja nos próximos seis anos – o que equivaleria a plantar 3 milhões de hectares. A estratégia da empresa alemã é vender a nova soja como uma alternativa complementar à tecnologia Roundup Ready da Monsanto, líder absoluta nas lavouras geneticamente modificadas do Brasil. “Nenhuma variedade transgênica consegue atacar 100% das plantas invasoras, que no caso da soja são mais de 30. É importante o agricultor alternar as tecnologias em campo”, diz Luiz Louzano, diretor de biotecnologia da empresa alemã.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/05/transgenico-100-nacional/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>714</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma boa notícia &#8211; mas só no longo prazo</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/04/uma-boa-noticia-mas-so-no-longo-prazo/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/04/uma-boa-noticia-mas-so-no-longo-prazo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 23:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Etanol]]></category>
		<category><![CDATA[biocombustível]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/?p=217949</guid>
		<description><![CDATA[O governo americano incluiu ontem o etanol brasileiro na lista dos biocombustíveis avançados – aqueles que podem contribuir para a redução da emissão de gases de efeito estufa. De acordo com a Agência de Proteção Ambiental, órgão que regulamenta a &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/04/uma-boa-noticia-mas-so-no-longo-prazo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo americano incluiu ontem o etanol brasileiro na lista dos biocombustíveis avançados – aqueles que podem contribuir para a redução da emissão de gases de efeito estufa. De acordo com a Agência de Proteção Ambiental, órgão que regulamenta a produção e uso de biocombustíveis nos Estados Unidos, o álcool de cana reduz as emissões em 61% em comparação com a gasolina – contra redução de 20% do etanol feito de milho. Até 2022, os Estados Unidos deverão alcançar um consumo mínimo de 136 bilhões de litros de biocombustíveis por ano &#8211; sendo que 15 bilhões de litros anuais deverão ser da versão avançada, categoria no qual o etanol brasileiro foi listado. Uma boa notícia? Sim, mas seu impacto é nulo no curto prazo.<span id="more-217949"></span></p>
<p>A medida chega num momento em que a oferta para exportação do álcool é praticamente zero. As chuvas que atingiram a região Centro-Sul do Brasil afetaram a qualidade da safra, reduzindo o volume disponível para a produção de açúcar e etanol em 2,2%. Somado a isso, a frota de carros flex continua aumentando &#8211; só em 2009, as vendas cresceram 14%. Nos últimos dois anos, quase 5 milhões de automóveis flex foram vendidos no Brasil, pressionando a demanda nos postos de abastecimento. O resultado de menos produção e mais consumo é que o álcool ficou caro na bomba &#8211; o que levou à redução temporária de 25% para 20% na mistura da gasolina. Diante do cenário no mercado doméstico, a exportação foi duramente afetada. &#8220;Hoje, o etanol brasileiro está caro para o mundo inteiro. Ninguém está comprando no mercado à vista&#8221;, diz Manfred Wefer, gerente de etanol da trading Delta.</p>
<p>Por isso, a notícia do aval que o álcool brasileiro nos Estados Unidos é muitíssimo bem-vinda &#8211; mas ela será efetivamente sentida só no longo prazo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/02/04/uma-boa-noticia-mas-so-no-longo-prazo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>20</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vale nos fertilizantes</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/27/217940/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/27/217940/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 23:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Bunge]]></category>
		<category><![CDATA[Etanol]]></category>
		<category><![CDATA[Fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[Vale]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/27/217940/</guid>
		<description><![CDATA[A Vale comunicou hoje ao mercado a compra dos ativos da Bunge na área de fertilizantes - que detinha 42% das ações da Fosfértil, líder no mercado de fertilizantes no Brasil. O negócio de 3,8 bilhões de dólares traz de volta uma &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/27/217940/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Vale comunicou hoje ao mercado a compra dos ativos da Bunge na área de fertilizantes - que detinha 42% das ações da Fosfértil, líder no mercado de fertilizantes no Brasil. O negócio de 3,8 bilhões de dólares traz de volta uma das maiores empresas do país para a produção de insumos essenciais para o campo. Em 2003, a Vale vendeu 11,3% da Fosfértil para a Bunge, uma das maiores na comercialização de grãos no Brasil. O desfecho também põe fim a uma das mais duras batalhas entre acionistas do país: Bunge versus Cargill. <span id="more-217940"></span>As duas empresas eram acionistas da Fosfértill e disputavam poder palmo a palmo dentro da empresa. Na briga, a Bunge se saiu melhor. Ela destituiu conselheiros da Cargill e colocou executivos de sua confiança em postos estratégicos na companhia. Também uniu suas operações em fertilizantes as da Fosfértil, à revelia de outros acionistas minoritários. Nesse sentido, a chegada da Vale põe fim à falta de consenso dentro da empresa &#8211; e cria uma nova perspectiva para a maior fabricante de fertilizantes do país. Ninguém sabe ainda qual será a postura da Vale no agronegócio - e provavelmente a empresa será tão agressiva como ela é em outros mercados. Mas esse é um capítulo que a mineradora ainda vai escrever.</p>
<p>Agora, fica a pergunta: o que a Bunge vai fazer com 3,8 bilhões de dólares em caixa? Será que finalmente a empresa vai estrear no setor sucroalcooleiro em grande estilo como tanto deseja? Façam suas apostas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/27/217940/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O drama da laranja</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/22/217409/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/22/217409/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 22:29:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Greening]]></category>
		<category><![CDATA[Laranjas]]></category>
		<category><![CDATA[Pragas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/22/217409/</guid>
		<description><![CDATA[Há alguns anos, a citricultura brasileira vive uma batalha inglória. O greening, doença que tem devastado pomares Estados Unidos, também vem atacando violentamente as fazendas que produzem laranja no estado de São Paulo. Não há tratamento para a doença - considerada &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/22/217409/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos, a citricultura brasileira vive uma batalha inglória. O <em>greening</em>, doença que tem devastado pomares Estados Unidos, também vem atacando violentamente as fazendas que produzem laranja no estado de São Paulo. Não há tratamento para a doença - considerada o câncer da laranja - que diminui a produtividade das lavouras. A solução recomendada pelo Ministério da Agricultura é arrancar o pé infectado. No estado de São Paulo, mais de 4 milhões de árvores já foram derrubadas. Em algumas regiões do estado, como Araraquara, os níveis da infestação são alarmantes.</p>
<p><span id="more-217409"></span></p>
<p>Paradoxalmente, à medida que o <em>greening</em> avança, alguns produtores têm conseguido liminares na Justiça para manter os pomares doentes intocados. Eles preferem manter as lavouras infectadas - mesmo produzindo a baixa carga. Alegam que a erradicação dos pés de laranja não resolve o problema (embora seja o único protocolo de combate à doença hoje no mundo) e ainda deixa um rastro de prejuízos. O fato é que as liminares manterão focos da doença no interior de São Paulo. &#8220;É uma atitude de desespero&#8221;, disse João Sampaio, secretário de Agricultura de São Paulo. &#8220;Somam-se ao problema do greening dois anos de renda negativa na citricultura&#8221;. Ainda assim, acho bastante perigoso que o imediatismo da questão da renda tenha se sobreposto à discussão sanitária do <em>greening</em>. E você, leitor, o que acha?</p>
<p>PS: Mundo Agro também está no Twitter! Siga o blog: <a href="http://twitter.com/mundo_agro">http://twitter.com/mundo_agro</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/22/217409/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>12</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Terceirização no agronegócio</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/08/215563/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/08/215563/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 18:51:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Açucar União]]></category>
		<category><![CDATA[Cosan]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Rubens Ometto]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho escravo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/08/215563/</guid>
		<description><![CDATA[No último dia de 2009, a Cosan, líder na produção de açúcar no Brasil, foi incluída na chamada lista suja do Ministério do Trabalho e Emprego, que relaciona empresas e pessoas que foram autuadas por exploração de trabalho escravo. Em &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/08/215563/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://exame.abril.com.br/fwa/imagem/1262984045981_35.jpg" alt="" /></p>
<p>No último dia de 2009, a Cosan, líder na produção de açúcar no Brasil, foi incluída na chamada lista suja do Ministério do Trabalho e Emprego, que relaciona empresas e pessoas que foram autuadas por exploração de trabalho escravo. Em comunicado ao mercado, a Cosan &#8211; controlada pelo empresário Rubens Ometto, informou que as irregularidades apontadas pelos fiscais do ministério, em 2007, ocorreram numa empresa terceirizada (a José Luiz Bispo Colheita), que prestava serviços de corte de cana no interior de São Paulo. Apesar de alegar que os problemas eram localizados num fornecedor, o episódio já rendeu - e ainda deve ser motivo - de muitas dores de cabeça para Ometto. Ontem, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social anunciou que estariam suspensas todas as operações de financiamento da empresa. No fim da tarde de hoje, o Walmart Brasil divulgou nota informando que suspendeu temporariamente o contrato de compra da Cosan, fabricante do Açúcar União e Açúcar da Barra. <span id="more-215563"></span></p>
<p>O caso deixa claro que não basta que a empresa rural cumpra isoladamente as regras. Quem utiliza serviços de terceirizados - e isso é cada vez mais comum - tem de estar atento à atuação do fornecedor . Afinal, a companhia que contrata quem não cumpre a legislação trabalhista pode ser acionada por responsabilidade subsidiária. Ou seja, se a terceirizada não honrar suas obrigações, quem a contratou terá de assumi-las. No setor industrial, essa situação parece estar melhor compreendida. No ano passado, uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria revelou que 90% das grandes companhias do setor industrial verificam se as contratadas cumprem com encargos trabalhistas &#8211; entre as de pequeno porte esse percentual é de 60%. E no agronegócio, será que as empresas se preocupam em monitorar suas parceiras comerciais?</p>
<p>Atualizado em 09/01: no começo da noite de sexta-feira, dia 8, a Cosan obteve liminar que suspende a inclusão da empresa na lista suja do Ministério do Trabalho.</p>
<p>PS: Mundo Agro também está no Twitter! Siga o blog: <a href="http://twitter.com/mundo_agro">http://twitter.com/mundo_agro</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/01/08/215563/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>12</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exemplos de um mundo sem fome</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/11/12/208295/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/11/12/208295/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 23:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Gates]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/11/12/208295/</guid>
		<description><![CDATA[O International Food Policy Research Institute, grupo de análise de agricultura sustentável, acabou de lançar o livro &#8220;Millions Fed: Proven Successes in Agricultural Development (numa tradução livre seria &#8220;Milhões alimentados: sucesso comprovado no desenvolvimento agrícola&#8221;). Patrocinado pela Fundação Bill &#38; &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/11/12/208295/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O International Food Policy Research Institute, grupo de análise de agricultura sustentável, acabou de lançar o livro &#8220;Millions Fed: Proven Successes in Agricultural Development (numa tradução livre seria &#8220;Milhões alimentados: sucesso comprovado no desenvolvimento agrícola&#8221;). Patrocinado pela Fundação Bill &amp; Melina Gates, o livro apresenta 20 casos de sucesso no desenvolvimento agrícola ao redor do mundo nos últimos 50 anos.<span id="more-208295"></span> O objetivo da publicação foi apresentar projetos de longo prazo e de grande escala que conseguiram ter impacto efetivo na redução da fome e no aumento da segurança alimentar.</p>
<p>Mais da metade dos casos apresentam experiências desenvolvidas na Ásia. Outras cinco mostram soluções criadas na África. O único exemplo na América Latina veio da Argentina. Nos últimos 20 anos, o uso de técnicas de plantio direto e a adoção de variedades de soja resistentes a herbicidas (leia-se aqui transgênicos) nos pampas argentinos foram fundamentais para melhorar a fertilidade de solo e reverter décadas de erosão. Segundo o livro, essas inovações possibilitaram a criação de 200 000 novos empregos na área agrícola e aumentaram os estoques internacionais do grão, mantendo o preço da commodity em níveis baixos.</p>
<p>PS: Mundo Agro também está no Twitter! Siga o blog: <a href="http://twitter.com/mundo_agro">http://twitter.com/mundo_agro</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/11/12/208295/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Porco de estimação</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/11/06/207380/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/11/06/207380/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 23:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Porcos]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/11/06/207380/</guid>
		<description><![CDATA[Você teria um porco como animal de estimação? Bom, os ingleses têm. No Reino Unido, a moda é ter micro porcos como pets. O jogador de futebol David Beckham ganhou dois desses porquinhos da mulher, Victoria. A edição de ontem &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/11/06/207380/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://exame.abril.com.br/fwa/imagem/1257558304207_35.gif" alt="" /></p>
<p>Você teria um porco como animal de estimação? Bom, os ingleses têm. No Reino Unido, a moda é ter micro porcos como pets. O jogador de futebol David Beckham ganhou dois desses porquinhos da mulher, Victoria. A edição de ontem do jornal inglês <em>Guardian </em>trazia uma reportagem sobre uma fazenda que cria esses animais, com o sugestivo nome de <em>The Little Pig Farm</em>.<span id="more-207380"></span></p>
<p>Jane Croft, dona da fazenda, afirma que os porquinhos são inteligentes (conseguem aprender o nome) e podem ser treinados &#8211; assim como os cães. A versão micro do animal foi obtida atráves de cruzamentos dos menores exemplares de três raças de suínos, processo que levou dois anos para ser concluído. Quando adulto, o porco pet chega a ter uma altura de 40 centímetros (o da foto é um recém nascido) e pode viver até 18 anos. A recomendação é que eles sejam criados em duplas, em casas com grandes jardins. Cada porquinho custa cerca de 700 libras (ou 2 000 reais). Croft afirma que quem quiser comprar um micro porco precisa comprovar condições para &#8220;adotá-lo&#8221;. Afinal, esses porquinhos não são brinquedos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/11/06/207380/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Agricultura sem agroindústria?</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/30/206191/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/30/206191/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 19:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Comerciais]]></category>
		<category><![CDATA[PTB]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/30/206191/</guid>
		<description><![CDATA[Ontem, um comercial de 30 segundos na TV aberta me chamou a atenção. Dizia assim: &#8220;Se você planta cana, mas não tem usina. Ou cria gado, mas não tem frigorífico. Se você planta laranja e não exporta suco. Ou colhe &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/30/206191/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, um comercial de 30 segundos na TV aberta me chamou a atenção. Dizia assim: &#8220;Se você planta cana, mas não tem usina. Ou cria gado, mas não tem frigorífico. Se você planta laranja e não exporta suco. Ou colhe soja e não vende torta ou óleo. Você sabe a diferença entre ser ruralista e representante do agronegócio. O ruralista movimenta a economia verde do Brasil. Enquanto o agronegócio fica com os lucros e o reconhecimento do governo.&#8221;<span id="more-206191"></span></p>
<p>O filme de 30 segundos foi produzido pelo PTB e entrou na cota de inserções nacionais do partido. O que surpreende no vídeo é a visão estreita defendida pelo PTB. Quem produz &#8211; qualquer coisa &#8211; precisa vender para alguém. E quanto mais estruturada é uma cadeia produtiva, maiores ganhos são divididos para todos os participantes. É claro que em alguns segmentos as relações entre fornecedores e indústrias são extremamente tensas &#8211; é só lembrar como andam as negociações no setor de laranja. Mas, mesmo quando a situação está desgastada, nenhuma das partes pode abrir mão da outra.</p>
<p>Veja <a href="http://www.youtube.com/watch?v=YflNxb7-Xvs"><span style="color: #0000ff">aqui</span></a> o filme do PTB que está no youtube.</p>
<p>PS: Antes do vídeo que mencionei, há outros dois filmes – ambos sobre o fator previdenciário.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/30/206191/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Combinando com os russos</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/27/205418/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/27/205418/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 19:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papel e Celulose]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[ONGs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/27/205418/</guid>
		<description><![CDATA[Implantar um projeto de papel e celulose não é uma tarefa fácil. Além da complexidade natural para construir qualquer empreendimento agroindustrial, cultivar extensas áreas de eucalipto costuma gerar muita polêmica. A Suzano Papel e Celulose tem chamado as organizações não-governamentais &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/27/205418/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Implantar um projeto de papel e celulose não é uma tarefa fácil. Além da complexidade natural para construir qualquer empreendimento agroindustrial, cultivar extensas áreas de eucalipto costuma gerar muita polêmica. A Suzano Papel e Celulose tem chamado as organizações não-governamentais do Maranhão e do Piauí - estados onde serão construídas duas fábricas da empresa - para conversar. A ideia é explicar para ONGs (tanto locais como nacionais) como serão os projetos, englobando desde o impacto econômico até as compensações ambientais e sociais. <span id="more-205418"></span></p>
<p>O objetivo da Suzano é reduzir a desinformação e derrubar as resistências, principalmente entre os ambientalistas. Já foram quatro encontros que reuniram cerca de 40 ONGs - entre elas, a WWF e a Conservação Internacional. &#8220;A maior preocupação nessas regiões é em relação aos recursos hídricos. Existe o mito que o eucalipto seca as áreas onde é cultivado&#8221;, diz João Comério, diretor florestal da Suzano.</p>
<p>Já faz algum tempo que as empresas (não só as do agronegócio) passaram a considerar como estratégicas suas relações com as ONGs e afins. Comprar briga como uma organização não-governamental é garantia de conflitos com as comunidades em que atuam ou exposição negativa na mídia. Mas a questão é: será que as ONGs acabam convencidas?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/27/205418/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Abrindo a caixa preta</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/12/202381/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/12/202381/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 18:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reforma agrária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Assentamentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/12/202381/</guid>
		<description><![CDATA[Amanhã, terça-feira, a Confederação Nacional da Agricultura promete divulgar dados consolidados sobre os assentamentos rurais provenientes da reforma agrária. Aqui estão alguns highligths da pesquisa realizada pelo Ibope: - 48% dos assentados não produzem o suficiente para sobreviver; - 75% não &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/12/202381/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amanhã, terça-feira, a Confederação Nacional da Agricultura promete divulgar dados consolidados sobre os assentamentos rurais provenientes da reforma agrária. Aqui estão alguns <em>highligths</em> da pesquisa realizada pelo Ibope:</p>
<p>- 48% dos assentados não produzem o suficiente para sobreviver;<br />
- 75% não têm acesso aos programas de crédito do governo;<br />
- 46% compraram suas terras ilegalmente de terceiros.<span id="more-202381"></span></p>
<p>Os dados não surpreendem, mas confirmam as suspeitas dos economistas agrícolas. Isso porque faltam dados sobre o desempenho econômicos dos assentamentos. O ministério do Desenvolvimento Agrário tem pouquíssimas informações disponíveis. Os movimentos sociais também não querem saber de contabilizar a eficiência (ou ineficiência) dos assentamentos. É claro que dados geram cobranças - mas acima de tudo dão parâmetros para se fazer melhor. Isso já acontece nas propriedades do agronegócio. Também poderia ser assim nos 80 milhões de hectares dedicados à reforma agrária no país.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/12/202381/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>MST: o tiro no próprio pé</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/07/201609/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/07/201609/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 19:50:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[MST]]></category>
		<category><![CDATA[Invasões]]></category>
		<category><![CDATA[Ocupações]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/07/201609/</guid>
		<description><![CDATA[Chegou ao fim hoje uma das mais bizarras invasões do MST a uma fazenda no interior de São Paulo. Depois de 8 dias de ocupação e 1 milhão de reais de prejuízo, cerca de 250 famílias deixaram a fazenda do &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/07/201609/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://exame.abril.com.br/fwa/imagem/1254955981731_35.jpg" alt="" /></p>
<p>Chegou ao fim hoje uma das mais bizarras invasões do MST a uma fazenda no interior de São Paulo. Depois de 8 dias de ocupação e 1 milhão de reais de prejuízo, cerca de 250 famílias deixaram a fazenda do grupo Cutrale, em Borebi. O movimento destruiu nada menos que 12 000 pés de laranja, máquinas agrícolas e instalações. <span id="more-201609"></span>Há dois dias foram divulgadas as imagens de militantes do MST passando um trator sobre fileiras e mais fileiras do laranjal de 5 anos de idade e em plena produção. As imagens chocaram. O próprio ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, classificou o episódio de grotesco. A punição: botar em banho-maria a atualização dos índices de produtividade. A medida é uma das principais bandeiras do movimento para ampliar o espectro de propriedades passíveis de desapropriação. Ou seja, a invasão seguida de destruição foi um tiro no próprio pé do movimento.</p>
<p>Há anos, o MST adotou a estratégia de invadir propriedades famosas (lembram da invasão de uma fazenda de FHC em Buritis?) para pressionar o Incra na desapropriação de fazendas que estariam de fato na mira do movimento. Isso porque uma medida provisória de 2000 determina que as propriedades invadidas tornam-se impedidas de seguir para a reforma agrária (desde o início do governo Lula há tentativas de burlar a MP). Ou seja, a destruição dos 12 000 pés de laranja foi puro vandalismo, uma vez que essa fazenda não poderia ser desapropriada &#8211; além do que a propriedade em questão é altamente produtiva. Mais um capítulo lamentável na novela em torno do MST. E você, leitor: o que acha das invasões dos sem-terras?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/07/201609/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>19</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Menor e mais produtivo &#8211; 2</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/01/200301/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/01/200301/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 23:47:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Censo]]></category>
		<category><![CDATA[Censo agropecuário]]></category>
		<category><![CDATA[Estrutura fundiária]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/01/200301/</guid>
		<description><![CDATA[Ontem, publiquei aqui alguns highlights do censo agropecuário, divulgado pelo IBGE. Um leitor do blog cobrou comentários sobre a concentração de renda. Embora o estudo não trate especificamente da renda, acho importante olhar a questão da concentração de terras. O &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/01/200301/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, publiquei aqui alguns highlights do censo agropecuário, divulgado pelo IBGE. Um leitor do blog cobrou comentários sobre a concentração de renda. Embora o estudo não trate especificamente da renda, acho importante olhar a questão da concentração de terras. <span id="more-200301"></span>O censo 2006 mostra que a estrutura fundiária permaneceu praticamente inalterada, em relação aos levantamentos de 1985 e 1995. Os estabelecimentos com mais de 1 000 hectares, que representam cerca de 1% do total das propriedades, ocupavam 43% da área total dedicada à agropecuária. Já os estabelecimentos com menos de 10 hectares (que equivalem a 47% do total de propriedades pesquisadas) detinham 2,7% da área total.</p>
<p>Para medir a concentração no campo, no entanto, o IBGE utilizou o índice de Gini, que mede desigualdade. Por esse parâmetro, a concentrou aumentou 1,9% em relação a 1995 - sendo que o maior crescimento foi verificado no estado de São Paulo. De acordo com o IBGE, a concentração ocorreu especialmente entre as propriedades médias &#8211; o que necessariamente não é uma coisa ruim. Nesse caso, terras que estavam sendo subutilizadas entram em produção &#8211; gerando riqueza e emprego. Melhor que terra parada e abandonada.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/10/01/200301/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Menor e mais produtivo</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/30/199997/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/30/199997/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 23:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Censo]]></category>
		<category><![CDATA[Censo agropecuário]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Rebanho]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Transgênicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/30/199997/</guid>
		<description><![CDATA[Depois de três anos, finalmente, o censo agropecuário foi divulgado. O levantamento produzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística traz um retrato mais acurado das mudanças que o agronegócio nacional sofreu de 1996 a 2006. Nele, está o incrível &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/30/199997/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de três anos, finalmente, o censo agropecuário foi divulgado. O levantamento produzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística traz um retrato mais acurado das mudanças que o agronegócio nacional sofreu de 1996 a 2006. Nele, está o incrível avanço da soja no país, com um crescimento de 88% na produção - sendo que quase metade da safra foi de transgênicos em 2006. O rebanho nacional também cresceu 12% em relação ao último censo, registrando um total de 171,6 milhões de cabeças.<span id="more-199997"></span></p>
<p class="MsoNormal">Um dado que chama a atenção é a redução de área para a agropecuária brasileira. Os 5,2 milhões de estabelecimentos rurais perderam uma área de 23,6 milhões de hectares, passando a ocupar quase 330 milhões de hectares &#8211; o que equivale a 36,75% do território nacional. Segundo o IBGE, uma das possíveis razões que explica essa diminuição foi o aumento das áreas de conservação de ambiental e de reservas indígenas, que juntas ganharam cerca de 60 milhões de hectares no período de 1996 a 2006.</p>
<p class="MsoNormal">No ano de 2006, o valor da produção dos estabelecimentos rurais foi de 147 bilhões de reais. Três setores do agronegócio nacional concentram quase 40% do valor da produção: soja, cana e pecuária bovina. Esta última é a principal atividade rural brasileira, identificada em mais de 30% das propriedades.</p>
<p class="MsoNormal">Ao mesmo tempo em que o censo mostra avanços importantes, ele também traz dados alarmantes. Cerca de 80% dos produtores agropecuários eram analfabetos ou não concluíram o ensino médio. Mais da metade das propriedades que utilizam agrotóxicos não recebeu orientação técnica para isso. Apenas 17% das propriedades tiveram acesso a algum tipo de financiamento. É o lado B de um dos setores mais importantes da economia brasileira.</p>
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/30/199997/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Internacionalização: só com dinheiro próprio</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/28/199417/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/28/199417/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 20:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/28/199417/</guid>
		<description><![CDATA[A Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet) divulgou hoje um trabalho que analisa a atuação das empresas do agronegócio nos investimentos diretos das companhias brasileiras no exterior. O trabalho focou em duas frentes: investimentos &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/28/199417/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet) divulgou hoje um trabalho que analisa a atuação das empresas do agronegócio nos investimentos diretos das companhias brasileiras no exterior. O trabalho focou em duas frentes: investimentos e acesso a mercados. <span id="more-199417"></span></p>
<p>De acordo com o trabalho da Sobeet, mais da metade das empresas do agronegócio financia o processo de internacionalização com recursos próprios. Outras 38% se valem do mercado dívidas no exterior. Apenas 13% dessas companhias utilizam recursos do BNDES para expandir suas operações fora do Brasil.</p>
<p>No campo das dificuldades, a principal barreira para a internacionalização é a falta de acesso a canais de distribuição nos mercados internacionais. Também fazem parte da lista de dificuldades os entraves protecionistas, a elevada carga tributária e a falta de conhecimento dos mercados potenciais.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/28/199417/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Etanol de beterraba no Brasil</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/23/198406/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/23/198406/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 23:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Etanol]]></category>
		<category><![CDATA[Açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[Beterraba]]></category>
		<category><![CDATA[Usinas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/23/198406/</guid>
		<description><![CDATA[Cosan, Dedini e Syngenta estão envolvidas num projeto inusitado: a produção de açúcar e etanol de beterraba.  Comum na Europa, o cultivo da beterraba açucareira não existe no Brasil (a hortaliça que se planta no país é menor e tem &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/23/198406/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://exame.abril.com.br/fwa/imagem/1253760397366_35.jpg" alt="" /></p>
<p>Cosan, Dedini e Syngenta estão envolvidas num projeto inusitado: a produção de açúcar e etanol de beterraba.  Comum na Europa, o cultivo da beterraba açucareira não existe no Brasil (a hortaliça que se planta no país é menor e tem teor mais baixo de sacarose). O projeto nasceu a partir da constatação de que as usinas brasileiras operam apenas durante dois terços do ano. Nos quatro meses restantes, quando ocorre a entressafra da cana, a usina fica parada - em geral, em manutenção. A ideia das três empresas é desenvolver uma cultura capaz de produzir açúcar e álcool justamente no intervelo da cana. <span id="more-198406"></span></p>
<p>A Syngenta trouxe para o Brasil 23 variedades da planta. Apenas duas se adaptaram ao clima tropical e foram testadas em campo. Em 2008, a primeira colheita de beterraba açucareira somou 500 toneladas - o que permitiu que uma das usinas da Cosan no interior de São Paulo rodasse com a planta por três horas. No final do ano, cerca de 1 000 toneladas farão parte de um novo teste.  Além de ocupar as usinas por mais tempo, a beterraba açúcareira é um tipo de cultura voltada para pequenas propriedades, o que seria uma alternativa de inclusão de pequenos agricultores no setor sucroalcooleiro.</p>
<p>Há mais de uma década a Syngenta pesquisa a versão tropicalizada da planta em diferentes regiões do planeta. Em 2008, o projeto recebeu um prêmio da Nações Unidas por incentivar a agricultura sustentável na área de bioenergia. A multinacional suíça já testou variedades da beterraba tropicalizada na Índia e na Colômbia. Nos experimentos brasileiros, enquanto a Syngenta se dedica à seleção das variedades, a Dedini adapta equipamentos à planta e a Cosan testa o processo produtivo.</p>
<p>O projeto é curioso sobretudo porque a produção do açúcar de beterraba na Europa só existe porque é bancada por generosos subsídios governamentais. Aqui, a ideia é que a beterraba seja também uma alternativa de rotação dos canaviais &#8211; em geral, soja e amendoim assumem esse papel. Será que no país da cana existe espaço para a beterraba açucareira?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/23/198406/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Agropalma e as certificações</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/21/197794/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/21/197794/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 23:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Agropalma]]></category>
		<category><![CDATA[Certificações]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos orgânicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/21/197794/</guid>
		<description><![CDATA[Há quatro anos, a Agropalma, maior fabricante de óleo de palma do Brasil, era surpreendida por um gigantesco questionário de um de seus clientes internacionais. A multinacional de alimentos queria saber detalhes do processo de fabricação que, à primeira vista, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/21/197794/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quatro anos, a Agropalma, maior fabricante de óleo de palma do Brasil, era surpreendida por um gigantesco questionário de um de seus clientes internacionais. A multinacional de alimentos queria saber detalhes do processo de fabricação que, à primeira vista, pareciam irrelevantes e resvalavam para a mera burocracia. O diretor comercial da Agropalma, Marcello Brito, achou um exagero, mas uma análise mais atenta mostrou que aquelas exigências faziam sentido. &#8220;Naquela época, era raro, mas agora os grandes clientes querem que todos os insumos que entram na cadeia de produção sejam rastreados&#8221;, diz Brito. O processo que começou em 2005 acabou de ser concluído. <span id="more-197794"></span></p>
<p>Há duas semanas, a empresa conquistou o ISO 22 000 &#8211; que certifica justamente o sistema de gestão para a segurança de alimentos. O selo se junta a outras oito certificações que a agroindústria possui: três são relacionados à gestão e cinco atestam que os produtos são orgânicos. A Agropalma é considerada uma empresa modelo quando o assunto é o desenvolvimento sustentável na região amazônica. Encravada no meio do Pará, a empresa adota as melhores práticas relacionadas ao meio-ambiente, promove parcerias com pequenos produtores locais e desenvolve uma série de projetos junto à comunidade &#8211; e ainda assim é uma companhia bastante lucrativa.</p>
<p>Sua atuação é tão impressionante que a empresa virou uma espécie de embaixadora do agronegócio sustentável do Brasil. Nos próximos dias, Brito participa de dois fóruns internacionais sobre o tema: um na França e outro na Colômbia.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/21/197794/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tão iguais, tão diferentes</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/16/196709/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/16/196709/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 22:29:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Bertin]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Friboi]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/16/196709/</guid>
		<description><![CDATA[Eles eram amigos e viraram sócios. Desfizeram a sociedade, mas continuaram amigos. Agora, são sócios de novo. Não é a primeira vez que a família Batista, dona da JBS Friboi, se associa aos irmãos Bertin. As duas maiores empresas de &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/16/196709/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eles eram amigos e viraram sócios. Desfizeram a sociedade, mas continuaram amigos. Agora, são sócios de novo. Não é a primeira vez que a família Batista, dona da JBS Friboi, se associa aos irmãos Bertin. As duas maiores empresas de carne bovina do Brasil eram donas da BF Alimentos, joint-venture para a exportação do produto. A sociedade durou três anos e acabou em 2003 &#8211; aparentemente sem mágoas para nenhum dos lados. Cada empresa tinha uma visão diferente do mercado de carnes: Friboi dava prioridade ao mercado de carne <em>in natura</em> e Bertin avançava no segmento de processados. <span id="more-196709"></span></p>
<p>De lá para cá, as empresas tomaram trajetórias bastante diferentes. A JBS Friboi se tornou uma das maiores empresas do mundo em proteína animal, graças ao IPO que financiou seu projeto de expansão. Extremamente internacionalizada, o grosso de suas operações se concentra hoje nos Estados Unidos e na Austrália. O Bertin continuou uma empresa familiar (embora flertasse com a possibilidade de abertura de capital). Extremamente verticalizada, a empresa sempre levou a sério um ditado do mercado pecuário: do boi só se perde o berro. O Bertin atua na área de carnes, couros, higiene e limpeza (onde entra o sebo bovino) e equipamentos de segurança (onde entra o couro). Durante a <em>conference call</em> que apresentou a operação ao mercado, Joesley Batista, presidente da JBS Friboi, explicou a diferença das duas empresas. &#8220;O Bertin é uma empresa que tirou o máximo dos intermediários possíveis da produção. O Friboi é uma companhia que tirou o máximo de intermediários da comercialização. Existe uma complementaridade muito grande entre as duas empresas&#8221;.</p>
<p>Hoje, a JBS Friboi é uma empresa que fatura 30 bilhões de reais &#8211; quatro vezes mais que o Bertin. Já a margem do Bertin gira entre 10% e 11% &#8211; a do Friboi é de 3%. O casamento entre as duas empresas (e mais a aquisição da Pilgrim&#8217;s Pride, nos Estados Unidos, também anunciada hoje) gera um gigante com um faturamento consolidado de 51,6 bilhões de reais em 2008. Será a terceira maior empresa do Brasil, depois de Petrobras e Vale. Será a maior empresa de proteína animal do mundo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/09/16/196709/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ganharam de novo. Mas será que agora vão levar?</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/08/31/192725/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/08/31/192725/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 21:28:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Subsídios]]></category>
		<category><![CDATA[Algodão]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[OMC]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/08/31/192725/</guid>
		<description><![CDATA[Produtores de algodão e o ministério das Relações Exteriores estão discutindo uma forma de reverter para o setor os ganhos obtidos na longa batalha na Organização Mundial do Comércio contra os subsídios ao algodão americano. Hoje, a OMC anunciou que &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/08/31/192725/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://exame.abril.com.br/fwa/imagem/1251764899810_35.jpg" alt="" /></p>
<p>Produtores de algodão e o ministério das Relações Exteriores estão discutindo uma forma de reverter para o setor os ganhos obtidos na longa batalha na Organização Mundial do Comércio contra os subsídios ao algodão americano. Hoje, a OMC anunciou que o Brasil poderá retaliar em 800 milhões de dólares os Estados Unidos para compensar os prejuízos causados pelos subsídios concedidos aos produtores americanos de algodão.<span id="more-192725"></span> Uma das ideias em discussão no Brasil seria criar um fundo destinado à lavoura do algodão que captasse parte da compensação autorizada pela OMC. A decisão dá direito ao Brasil de praticar a chamada retaliação cruzada. Nesse caso, o país poderia, por exemplo, quebrar patentes de farmacêuticas americanas que, por sua vez, pressionariam o governo dos Estados Unidos a reduzir os subsídios ao algodão americano. Pois, mesmo depois das sucessivas derrotas na OMC, a política de subsídios nos Estados Unidos ao algodão continua a todo o vapor.</p>
<p>Em 2002, o Brasil entrou com uma queixa na OMC contra os subsídios dos Estados Unidos, que sustentam artificialmente a produção americana de algodão e acabam distorcendo o preço mundial da commodity. Só para se ter uma ideia, entre 1999 e 2002, os incentivos governamentais somaram o montante de 12 bilhões de dólares, enquanto que o valor da colheita de algodão durante esses anos chegou a 13,9 bilhões de dólares. O Brasil marcou sua primeira vitória em 2004 &#8211; que foi confirmada um ano depois em processo de apelação. Como nada aconteceu, o governo brasileiro reclamou de novo e mais uma chancela foi dada pela OMC em 2007 &#8211; confirmada novamente em 2008. Resumo da história: quatro derrotas depois, os americanos continuam a subsidiar seu algodão. E os produtores brasileiros? Esses não ganharam um centavo sequer.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/08/31/192725/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Endividamento, o retorno</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/08/25/191081/</link>
		<comments>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/08/25/191081/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 23:24:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiane Stefano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/08/25/191081/</guid>
		<description><![CDATA[Em setembro de 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a lei que instituía a renegociação das dívidas rurais. Quase um ano se passou e parte da legislação ainda não foi regulamentada. Amanhã, quarta-feira, na Comissão de Agricultura &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/08/25/191081/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em setembro de 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a lei que instituía a renegociação das dívidas rurais. Quase um ano se passou e parte da legislação ainda não foi regulamentada. Amanhã, quarta-feira, na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, uma audiência pública irá tratar do endividamento do agronegócio – tema recorrente no setor. Entre as pendências da legislação, as dívidas ativas junto a União estão na pauta. Como nenhum produtor rural pode negociar diretamente seus débitos com o Tesouro Nacional, o tema continua em aberto. Quase duas dezenas de representantes rurais vão discorrer sobre as dificuldades de seus respectivos setores. Ninguém sabe muito bem o que sairá da audiência pública. Na pior das hipóteses, talvez seja apenas mais uma rodada de lamentações.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://exame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2009/08/25/191081/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

