O empresário Roger Agnelli, ex-presidente da Vale, deve anunciar nesta semana uma joint-venture de sua empresa, a AGN, com uma mineradora estrangeira. Fundada no final do ano passado, a AGN é o que os financistas chamam de investment company (investe apenas recursos dos sócios em empresas e projetos, sem captar recursos de terceiros, como fazem os fundos de investimento). No caso da AGN, os investimentos se concentrarão em três áreas: energia, mineração e logística. Agnelli permanece sem dar entrevistas. No final de 2011 confirmou a EXAME, por email, que a AGN teria três subsidiárias. A primeira seria voltada a produção de biomassa para geração de energia; a segunda, a logística, com foco em portos, e a terceira em projetos de mineração de médio porte no Brasil e na África. Na época, o empresário reforçou que permanecerá fora de qualquer negócio que represente competição com a Vale. Ferro e alumínio, portanto, estão fora do objetivo.


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