Fernando Mantovani

Sua Carreira, Sua Gestão

Sim, você pode ser um profissional medíocre. Mas saiba o que isso significa

Essa semana li uma reportagem (não tão recente) que falava sobre mediocridade. Nela, havia a citação de um livro de Joseph Heller (Ardil 22), em que o autor afirmava que ser medíocre é ruim e devemos evitar isso; e a de um estudo dos pesquisadores italianos Gloria Origgi e Diego Gambetta, que questionavam qual o problema de ser medíocre. Apesar de geralmente usarmos a palavra com mais conotação negativa do […] <div class="read-more"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/sua-carreira-sua-gestao/2016/09/23/sim-voce-pode-ser-um-profissional-mediocre-mas-saiba-o-que-isso-significa/" class="more-link">Leia mais</a></div>

Essa semana li uma reportagem (não tão recente) que falava sobre mediocridade. Nela, havia a citação de um livro de Joseph Heller (Ardil 22), em que o autor afirmava que ser medíocre é ruim e devemos evitar isso; e a de um estudo dos pesquisadores italianos Gloria Origgi e Diego Gambetta, que questionavam qual o problema de ser medíocre.

Apesar de geralmente usarmos a palavra com mais conotação negativa do que ela realmente tem, não há problema nenhum em ser um profissional medíocre. Para quem não sabe, medíocre significa “de qualidade média, comum; mediano”. Ou seja, ser um profissional medíocre é ser um profissional dentro da média. Isso não quer dizer que você seja irrelevante ou sem valor.

O que deve ser observado é o ambiente em que está inserido. Entre profissionais de alta performance, é medíocre aquele que atinge a média de rendimento da equipe (que é alta). Se você está muito abaixo dessa média, aí, sim, deve se preocupar.

Vejo um problema quando o patamar estabelecido já é baixo. Há profissionais que se contentam em fazer o mínimo necessário para se manter no emprego. Quando estão há muito tempo na função, costumam dizer: “mas sempre foi feito assim” e acabam barrando as possibilidades de crescimento da área, por falta de vontade de sair da zona de conforto ou por simples falta de capacidade mesmo.

Esse perfil é perigoso, principalmente, quando está em posição de gestão, pois pode acabar minando a vontade de quem quer fazer mais e melhor. Nesse caso, a empresa precisa tomar uma atitude, pois ou esse profissional vai se contaminar e cair na mediocridade do ambiente ou vai deixar a organização em busca de um lugar em que possa ser melhor aproveitado.

Como citou Heller, em seu livro: “Alguns homens nascem medíocres, outros conquistam a mediocridade e alguns homens têm a mediocridade imposta a eles”. Com esse tipo de mediocridade é bom se preocupar.

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