Felipe Scherer

Inovação na prática

Como medir a inovação?

Um dos temas mais críticos para aqueles que trabalham com gestão da inovação é como medir os resultados dos esforços inovadores. Seguidamente percebo que diferentes questões atrapalham essa mensuração e em alguns casos não se consegue afirmar como certeza se os esforços de inovação estão trazendo resultados ou mesmo que os indicadores utilizados sejam úteis. Eis algumas dicas para melhorar esses controles:   – Montar um conjunto de indicadores adequados […] <div class="read-more"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/01/31/como-medir-a-inovacao/" class="more-link">Leia mais</a></div>

Um dos temas mais críticos para aqueles que trabalham com gestão da inovação é como medir os resultados dos esforços inovadores. Seguidamente percebo que diferentes questões atrapalham essa mensuração e em alguns casos não se consegue afirmar como certeza se os esforços de inovação estão trazendo resultados ou mesmo que os indicadores utilizados sejam úteis. Eis algumas dicas para melhorar esses controles:

 

– Montar um conjunto de indicadores adequados – assim como o BSC (balanced scorecard) criou uma lógica de causa-efeito para implementação da estratégia, os controles de inovação devem envolver indicadores relacionados a criação de um ambiente favorável à inovação, a gestão do processo de inovar e, claro, o atendimento da estratégia de inovação e seus resultados.

 

– Monitorar os projetos do inicio ao fim – falta de controle dos projetos ocorre especialmente em empresas que possuem uma quantidade significativa de projetos e conseqüentemente envolve diferentes áreas e pessoas. Nesses casos, o desafio está na consolidação dos dados mas também no monitoramento por parte dos gestores da inovação. O resultado individual de cada projeto deverá compor o resultado final dos esforços de inovação.

 

– Estabelecer horizonte de tempo de geração de resultados – uma inovação continua trazendo resultados num horizonte de tempo que pode variar de setor para setor. Por exemplo, um novo produto no mercado de software provavelmente será mais perecível do que um no mercado siderúrgico. Assim, cabe definirmos o horizonte de geração de resultado baseado no ciclo de vida dessa inovação. A pergunta é quantos anos essa novidade gerará um resultado diferenciado?

 

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